Marun: se a Previdência não for aprovada em fevereiro, faremos administração de danos

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, também afirmou que a gestão de Michel Temer tem como chegar ao fim, sem a reforma; Marun disse que o governo pode deixar a discussão do tema passar de fevereiro; ministro também criticou os parlamentares que dizem que a reforma é necessária, mas que não há sua aprovação; "Preferem passar por covardes do que burros", disse ele, que participou de evento no Rio

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, também afirmou que a gestão de Michel Temer tem como chegar ao fim, sem a reforma; Marun disse que o governo pode deixar a discussão do tema passar de fevereiro; ministro também criticou os parlamentares que dizem que a reforma é necessária, mas que não há sua aprovação; "Preferem passar por covardes do que burros", disse ele, que participou de evento no Rio
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, também afirmou que a gestão de Michel Temer tem como chegar ao fim, sem a reforma; Marun disse que o governo pode deixar a discussão do tema passar de fevereiro; ministro também criticou os parlamentares que dizem que a reforma é necessária, mas que não há sua aprovação; "Preferem passar por covardes do que burros", disse ele, que participou de evento no Rio (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou nesta terça-feira (6) que, se a reforma da for aprovada em fevereiro, haverá uma "uma política de administração de danos". Segundo ele, o governo Michel Temer tem como chegar ao fim, sem a reforma. Marun disse que o governo pode deixar a discussão do tema passar de fevereiro.

O ministro também criticou os parlamentares que dizem que a reforma é necessária, mas que não há sua aprovação. "Preferem passar por covardes do que burros", acrescentou ele, que participou de evento na Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig).

Levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, divulgado no começo do mês passado, apontou que 66% dos brasileiros são contrários as mudanças nas regras da aposentadoria e dos benefícios sociais como deseja o governo. De acordo com os dados, 62% da população considera a reforma desnecessária, contra 28,9% que afirmam ser preciso mudar o sistema atual.

Marun aproveitou para criticar o Judiciário. "Será que esse ativismo político de juízes não começa a tirar a credibilidade do Judiciário?", questionou.

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