MBL se une a ruralistas e evangélicos

MBL (Movimento Brasil Livre), um dos principais organizadores de atos contrários o governo Dilma Rousseff, se uniu aos ruralistas e aos evangélicos para propor uma "agenda liberal" a um eventual governo Temer; a união dos grupos foi formalizada pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária), liderada por José Mário Schreiner,  que tem circulado com Kim Kataguiri, líder do MBL; "Começamos um trabalho com os parlamentares, especialmente com os indecisos, apoiando os movimentos de rua, principalmente o MBL, e isso culminou com o resultado expressivo a favor do impeachment, de 367 votos", disse Schreiner

MBL (Movimento Brasil Livre), um dos principais organizadores de atos contrários o governo Dilma Rousseff, se uniu aos ruralistas e aos evangélicos para propor uma "agenda liberal" a um eventual governo Temer; a união dos grupos foi formalizada pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária), liderada por José Mário Schreiner,  que tem circulado com Kim Kataguiri, líder do MBL; "Começamos um trabalho com os parlamentares, especialmente com os indecisos, apoiando os movimentos de rua, principalmente o MBL, e isso culminou com o resultado expressivo a favor do impeachment, de 367 votos", disse Schreiner
MBL (Movimento Brasil Livre), um dos principais organizadores de atos contrários o governo Dilma Rousseff, se uniu aos ruralistas e aos evangélicos para propor uma "agenda liberal" a um eventual governo Temer; a união dos grupos foi formalizada pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária), liderada por José Mário Schreiner,  que tem circulado com Kim Kataguiri, líder do MBL; "Começamos um trabalho com os parlamentares, especialmente com os indecisos, apoiando os movimentos de rua, principalmente o MBL, e isso culminou com o resultado expressivo a favor do impeachment, de 367 votos", disse Schreiner (Foto: Roberta Namour)

247 - O MBL (Movimento Brasil Livre), um dos principais organizadores de atos contrários o governo Dilma Rousseff, se uniu a dois grupos favoráveis ao impeachment no Congresso para elaborar uma "agenda liberal" para um novo governo: os ruralistas e os evangélicos.

"Existe uma agenda que tem que ser adotada para o Brasil sair da crise e a gente vai ter que ser muito rígido", afirma Renan Santos, um dos líderes do MBL, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’. Ele criticou “um centrão fisiológico que vai querer empurrar o país para ficar como está" num eventual governo Temer.

A união dos grupos foi formalizada pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária), liderada por José Mário Schreiner, vice-presidente diretor da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás. Kim Kataguiri, líder do MBL, se reuniu recentemente com Schreiner.

"Começamos um trabalho com os parlamentares, especialmente com os indecisos, apoiando os movimentos de rua, principalmente o MBL, e isso culminou com o resultado expressivo a favor do impeachment, de 367 votos", disse Schreiner (leia aqui).

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