Mello Franco: Bolsonaro quer nos convencer de que ele era assessor de Queiroz – e não o contrário

Em sua coluna no jornal O Globo, o jornalista Bernardo Mello Franco diz que o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) "adotou uma tática pouco original para se defender. Jogou a contratação da mãe e da mulher do miliciano na conta do motorista. Nessa toada, Flávio ainda vai tentar nos convencer de que ele era o assessor do Queiroz — e não o contrário"

Mello Franco: Bolsonaro quer nos convencer de que ele era assessor de Queiroz – e não o contrário
Mello Franco: Bolsonaro quer nos convencer de que ele era assessor de Queiroz – e não o contrário

247 - Em sua coluna no jornal O Globo, o jornalista Bernardo Mello Franco diz que o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), deputado estadual no Rio, "adotou uma tática pouco original para se defender. Jogou a contratação da mãe e da mulher do miliciano na conta do motorista. Nessa toada, Flávio ainda vai tentar nos convencer de que ele era o assessor do Queiroz — e não o contrário".

O fato novo é a proximidade do primeiro-filho do presidente Jair Bolsonaro "com um chefão do Escritório do Crime, cuja lista de vítimas pode incluir Marielle Franco. Em tempo: Flávio foi o único deputado a votar contra a concessão da Medalha Tiradentes à vereadora assassinada", reforça o colunista.

O jornalista recorda, ainda, que o "Ministério Público deu um passo importante para desmontar o Escritório do Crime, principal grupo de extermínio em atividade no Rio. A Justiça ordenou a prisão do ex-PM Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como chefe da gangue. Ele conseguiu fugir, mas não apagou os vínculos com o senador eleito".

"Como deputado estadual, Flávio propôs uma moção de louvor ao miliciano por sua 'dedicação, brilhantismo e galhardia'. 'É com sentimento de orgulho e satisfação que presto esta homenagem', escreveu. Dois anos depois, ele premiou o ex-PM com a Medalha Tiradentes, a maior honraria do Estado".

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