Mello Franco: Supremo julgou Lula com a baioneta no pescoço

Jornalista Bernardo Mello Franco destaca que o julgamento do habeas corpus do ex-presidete Lula foi feito "sob a mira da baioneta. Ela foi apontada pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas"; segundo ele, o militar "não precisou de tanques. Sacou o celular e disparou dois tuítes que soaram como ameaça e que foram "a senha para uma noite de alta tensão em Brasília" que resultou no roteiro desenhado por uma autoridade sem Twitter: a ministra Cármen Lúcia", que passou o caso de Lula à frente de duas ações genéricas que questionam as prisões em segunda instância. Sem a manobra da presidente do Supremo, o voto de Rosa seria outro, e o petista não estaria a caminho da cadeia", diz

Jornalista Bernardo Mello Franco destaca que o julgamento do habeas corpus do ex-presidete Lula foi feito "sob a mira da baioneta. Ela foi apontada pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas"; segundo ele, o militar "não precisou de tanques. Sacou o celular e disparou dois tuítes que soaram como ameaça e que foram "a senha para uma noite de alta tensão em Brasília" que resultou no roteiro desenhado por uma autoridade sem Twitter: a ministra Cármen Lúcia", que passou o caso de Lula à frente de duas ações genéricas que questionam as prisões em segunda instância. Sem a manobra da presidente do Supremo, o voto de Rosa seria outro, e o petista não estaria a caminho da cadeia", diz
Jornalista Bernardo Mello Franco destaca que o julgamento do habeas corpus do ex-presidete Lula foi feito "sob a mira da baioneta. Ela foi apontada pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas"; segundo ele, o militar "não precisou de tanques. Sacou o celular e disparou dois tuítes que soaram como ameaça e que foram "a senha para uma noite de alta tensão em Brasília" que resultou no roteiro desenhado por uma autoridade sem Twitter: a ministra Cármen Lúcia", que passou o caso de Lula à frente de duas ações genéricas que questionam as prisões em segunda instância. Sem a manobra da presidente do Supremo, o voto de Rosa seria outro, e o petista não estaria a caminho da cadeia", diz (Foto: Paulo Emílio)

247 - Para o colunista Bernardo Mello Franco, o julgamento do habeas corpus do ex-presidete Lula foi feito "sob a mira da baioneta. Ela foi apontada pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas"; segundo ele, o militar "não precisou de tanques. Sacou o celular e disparou dois tuítes que soaram como ameaça e que foram "a senha para uma noite de alta tensão em Brasília. Políticos, advogados e juízes trocaram ligações e mensagens nervosas. Tentavam entender se o país estava diante de uma ameaça de golpe militar, 34 anos depois de reconquistar a democracia". 

"A agitação dos coturnos elevou a pressão sobre o Supremo na véspera de um julgamento crucial para a eleição. Os ministros tentaram disfarçar o incômodo com a baioneta. Só o decano Celso de Mello ousou contestar o general, quando a sessão já se encaminhava para o fim. Como esperado, a decisão ficou nas mãos de Rosa Weber. Ela frustrou a defesa e negou o habeas corpus ao ex-presidente. Disse que seguia a atual jurisprudência da Corte, e não as suas convicções pessoais", destaca o jornalista.

"O resultado seguiu o roteiro desenhado por uma autoridade sem Twitter: a ministra Cármen Lúcia. Contrariando os veteranos da Corte, ela passou o caso de Lula à frente de duas ações genéricas que questionam as prisões em segunda instância. Sem a manobra da presidente do Supremo, o voto de Rosa seria outro, e o petista não estaria a caminho da cadeia", observa.

Leia a íntegra da análise.  

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