Mercadante: continência de Bolsonaro agride as Forças Armadas

O ex-ministro Aloizio Mercadante condena a postura do presidente eleito Jair Bolsonaro que, num gesto servil e de subordinação, bateu continência para John Bolton, conselheiro de Segurança Nacional do governo Trump, em visita que o membro da Casa Branca realizou no Brasil nesta semana; "Isso é um motivo de vergonha para as Forças Armadas", ressalta Mercadante; assista o programa Brasil Primeiro, na TV 247

Mercadante: continência de Bolsonaro agride as Forças Armadas
Mercadante: continência de Bolsonaro agride as Forças Armadas

247 - Ultraliberalismo radical, perseguição aos movimentos sociais, amadorismo e subserviência nas relações exteriores. Este é o cenário de completa degradação exposto pelo ex-ministro Aloizio Mercadante, ao avaliar o próximo governo. Ele salienta o episódio com o presidente eleito Jair Bolsonaro que, num gesto servil de de humilhação, bateu continência para John R. Bolton, conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, em visita que o membro da Casa Branca realizou no Brasil na última quinta-feira (29); "Isso é um motivo de vergonha para as Forças Armadas", ressalta. 

Mercadante observa a composição do próximo governo, dizendo que a opção pelo ultraliberalismo na área econômica será um desastre para o País. "A escola de Chicago, onde Paulo Guedes se formou, é a mais radical liberal da história econômica", alerta. 

"Bolsonaro irá governar através dessa ortodoxia fiscal, somada a ideia de Estado mínimo e a desregulamentação das leis, já foi comprovado que esse receita não dá certo na América Latina", aponta. 

O ministro ressalta que uma das principais balizas do futuro governo será a criminalização dos movimentos sociais e perseguição aos opositores políticos. "Por isso Bolsonaro trouxe o núcleo duro da República de Curitiba para atuar no Ministério da Justiça". 

Ao avaliar a política externa, Mercadante aponta que o clã Bolsonaro, composto pelo pai e seus três filhos, é pequeno, mas gera um grande ruido. "Eduardo Bolsonaro veste um boné da campanha eleitoral de Trump, um completo absurdo". 

Mercadante também condena a postura de Bolsonaro que, num gesto servil de de humilhação, bateu continência para John R. Bolton, conselheiro de segurança nacional dos Estados Unidos, em visita que o membro da Casa Branca realizou no Brasil, na última quinta-feira (29). "Isso é um motivo de vergonha para as Forças Armadas", ressalta. 

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