Mercadante: nosso interesse partidário não pode ser colocado acima do interesse do povo

Ex-ministro Aloizio Mercadante defende que algumas medidas sociais são de extrema urgência para atender à população mais vulnerável e precisam estar acima dos “interesses partidários”. “Temos que pressionar esse governo genocida para aprovar medidas sociais urgentes, como o Fundeb”, argumenta. Confira na TV 247

Aloízio Mercadante
Aloízio Mercadante (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Reuters)
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247 -  O ex-ministro Aloizio Mercadante, em análise à TV 247, defende que "os interesses do povo brasileiro, principalmente negros e periféricos" que, conforme lembra, "são as parcelas da sociedade mais atingidas pela pandemia", "devem estar acima dos interesses partidários".

Mercadante considera que cobrar respostas emergiciais do governo é algo primordial, quando questionado se a extrema direita poderia ganhar apoio popular com medidas sociais que de praxe são aplicadas por governos de esquerda. 

Na visão dele, é necessário "combater o fascismo, defender o impeachment, mas existem questões essenciais, como a defesa do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica [Fundeb] e da valorização do SUS". 

“Temos que pressionar esse governo genocida para aprovar medidas sociais urgentes, como o Fundeb. Esses professores e crianças não podem esperar por mais quatro anos um outro governo de esquerda. Quem tem sede, no Nordeste, não pode esperar mais quatro anos, até o PT voltar ao poder, para poder beber água", argumenta. 

Cortes

O ex-ministro alerta que, por trás de programas sociais anunciados pelo governo, como o “Renda Brasil”, de R$ 232,00, que segundo ele “nada mais é do que um clone do Bolsa Família reajustado pela inflação”, “existe o intuito em acabar com o seguro-defeso, abono salarial e farmácias populares”.

“Nós temos um programa exitoso, premiado internacionalmente, que é o Bolsa Família. Não adianta colocar um nome novo [Renda Brasil] e destruir outros programas existentes. É necessário reforçar o Bolsa Família e é isso que vamos defender”, conclui Mercadante. 

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