Mercadante: Vélez poderia ser expulso do País por ofender brasileiros

Ex-ministro Aloizio Mercadante denuncia a série de trapalhadas de Bolsonaro e classifica o governo como "casa da mãe Joana"; à TV 247, ele ainda aponta que o Brasil sofre sérios retrocessos na área da educação e critica o comportamento do ministro da pasta, Ricardo Vélez Rodrigues; "Vélez poderia ser expulso do País por ofender brasileiros, punição garantida pela Constituição Federal", diz, em referência à declaração em que o ministro chamou os brasileiros de "ladrões"; assista 

Mercadante: Vélez poderia ser expulso do País por ofender brasileiros
Mercadante: Vélez poderia ser expulso do País por ofender brasileiros

247 - O ex-ministro Aloizio Mercadante denuncia o que chama de 'Casa da mãe Joana', em referência à série de mal-entendidos no governo Bolsonaro, e denuncia os retrocessos na área da Educação, incluindo a ofensa feita pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que chamou os brasileiros de "ladrões e canibais" em uma entrevista à Veja. "Ele poderia ser expulso do País por suas falas preconceituosas", aponta.

"É inaceitável seu comentário, impressionante a soberba. A Constituição pune esse tipo de comportamento com a cassação da naturalização brasileira ou até mesmo sua expulsão do País", denuncia Mercadante na TV 247, em crítica ao ministro colombiano.

O ex-ministro classifica como "inacreditável" outra declaração do ministro, que deixou claro que a "universidade não é um espaço para todos", e sim "para poucos". "Ele faz afirmações de cunho ideológico sem o menor embasamento", condena.

"Todo país rico tem 30% da população entre 18 a 35 anos com Ensino Superior completo. No Brasil esse índice é de 18%, mesmo com todos os programas criados, como o ProUni, Reuni, Sisu e o Enem", destaca Mercadante.

Segundo ele, a guerra cultural não vai levar a lugar algum. "Não dá para esse sujeito dizer que o problema central do País é o marxismo. A grande questão está em formar professores, criar mais infraestrutura e investir na educação pública", defende.

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