Merval diz que só faltou um enfermeiro cubano para fechar de vez a humilhação sofrida por Jair Bolsonaro

O Brasil terá oxigênio venezuelano e vacina chinesa, diz o colunista, lembrando que os dois países têm sido atacados pelo Brasil

(Foto: Reprodução | Carolina Antunes/PR)
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247 - O jornalista Merval Pereira, que fez parte da campanha pelo golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff e pela prisão política do ex-presidente Lula, fatores que culminaram na eleição de Jair Bolsonaro, hoje lamenta, mais uma vez, que o Brasil esteja desgovernado. Merval lembrou ainda a ameaça de ditadura feita por Bolsonaro. “Em meio à confusão promovida pelo seu governo no início atrasado da vacinação nacional contra a Covid-19, o presidente Bolsonaro achou tempo para fazer o que mais gosta: ameaçar o país com uma intervenção militar”, disse ele, em sua coluna.

Por fim, lamentou a postura de Bolsonaro diante da crise sanitária. “O destino reservou a Bolsonaro derrotas políticas variadas e em sequência: o ditador Maduro, na Venezuela, se prontificou a ajudar o Amazonas com cilindros de oxigênio, e a vacina CoronaVac, da chinesa Sinovac, foi a única que restou para nossa vacinação. Só faltou mesmo um enfermeiro cubano para completar a série de infortúnios de um presidente que coloca a ideologia acima das necessidades do povo que preside”, disse ele, que, por fazer parte da mídia corporativa, é obrigado a chamar Maduro de ditador.

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