Ministro da Justiça pede investigação sobre supostas violações da Lava Jato

Ministro Eugênio Aragão encaminhou à direção da Polícia Federal e ao Ministério Público Federal uma solicitação para que seja apurado o conteúdo da reportagem de CartaCapital sobre "Os segredos de Meire Poza"; texto aponta que uma busca e apreensão foi forjada, parlamentares foram investigados no início da operação sem autorização do STF, documentos confidenciais foram vazados à imprensa e que a contadora e ex-braço direito do doleiro Alberto Youssef foi usada como agente infiltrada

Ministro Eugênio Aragão encaminhou à direção da Polícia Federal e ao Ministério Público Federal uma solicitação para que seja apurado o conteúdo da reportagem de CartaCapital sobre "Os segredos de Meire Poza"; texto aponta que uma busca e apreensão foi forjada, parlamentares foram investigados no início da operação sem autorização do STF, documentos confidenciais foram vazados à imprensa e que a contadora e ex-braço direito do doleiro Alberto Youssef foi usada como agente infiltrada
Ministro Eugênio Aragão encaminhou à direção da Polícia Federal e ao Ministério Público Federal uma solicitação para que seja apurado o conteúdo da reportagem de CartaCapital sobre "Os segredos de Meire Poza"; texto aponta que uma busca e apreensão foi forjada, parlamentares foram investigados no início da operação sem autorização do STF, documentos confidenciais foram vazados à imprensa e que a contadora e ex-braço direito do doleiro Alberto Youssef foi usada como agente infiltrada (Foto: Roberta Namour)
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247 – O ministro da Justiça, Eugênio Aragão, encaminhou à direção da Polícia Federal e ao Ministério Público Federal uma solicitação para que seja apurado o conteúdo da reportagem de CartaCapital sobre "Os segredos de Meire Poza".

O texto aponta que uma busca e apreensão foi forjada, parlamentares foram investigados no início da operação sem autorização do STF, documentos confidenciais foram vazados à imprensa e que a contadora e ex-braço direito do doleiro Alberto Youssef foi usada como agente infiltrada.

CartaCapital obteve com exclusividade quase 200 páginas de transcrições de conversas e duas dezenas de e-mails que envolvem Meire Poza. “Os volumes revelam que a contadora agiu como uma espécie de agente infiltrada durante um longo período e a força-tarefa empregou métodos ilegais para valer-se de sua contribuição”, diz a reportagem (leia aqui).

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