Ministro recua de perseguição contra universidades que criaram cursos sobre o golpe

Ministro da Educação, Mendonça Filho, parece ter recuado da intenção de entrar com uma representação contra a criação de um curso sobre o golpe parlamentar que levou Michel Temer à Presidência da República e suas consequências para o Brasil por parte da UnB; ministro ainda não fez a representação formal para verificar se os idealizadores do curso teriam incorrido em improbidade administrativa" e, segundo interlocutores, não existe certeza de que acionará os órgão de controle com esta finalidade; mais de dez outras instituições de ensino superior em vários estados do país também criaram cursos semelhantes

Brasília - O ministro da Educação, Mendonça Filho, durante a abertura do seminário internacional, O Novo Fies e os Modelos de Financiamento Estudantil (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Educação, Mendonça Filho, durante a abertura do seminário internacional, O Novo Fies e os Modelos de Financiamento Estudantil (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro da Educação, Mendonça Filho, parece ter recuado da intenção de entrar com uma representação contra a criação de um curso sobre o golpe parlamentar que levou Michel Temer à Presidência da República e suas consequências para o Brasil por parte da Universidade de Brasília (UnB).

De acordo com a colunista da Folha de São Paulo Mônica Bergamo, o ministro ainda não fez a representação formal para verificar se os idealizadores do curso teriam incorrido em improbidade administrativa" e, segundo interlocutores, não existe certeza de que acionará os órgão de controle com esta finalidade.

Desde que a Unb anunciou a criação do curso sobre o golpe, mais de dez outras instituições de ensino superior em vários estados do país também criaram cursos semelhantes.

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