Moro aceita convite de João Doria para debate

Juiz responsável pela operação Lava Jato, Sérgio Moro vai participar, no dia 24 de setembro, de almoço-debate do Lide, de João Doria; o tema, segundo a colunista Sônia Racy será “Lições da Operação Mãos Limpas”; nesta segunda-feira, Moro comparou a legislação brasileira com a italiana, que se caracteriza pela "excessiva morosidade" e disse que a Lava Jato não pode ser um "soluço que não gere frutos para o futuro"

Juiz responsável pela operação Lava Jato, Sérgio Moro vai participar, no dia 24 de setembro, de almoço-debate do Lide, de João Doria; o tema, segundo a colunista Sônia Racy será “Lições da Operação Mãos Limpas”; nesta segunda-feira, Moro comparou a legislação brasileira com a italiana, que se caracteriza pela "excessiva morosidade" e disse que a Lava Jato não pode ser um "soluço que não gere frutos para o futuro"
Juiz responsável pela operação Lava Jato, Sérgio Moro vai participar, no dia 24 de setembro, de almoço-debate do Lide, de João Doria; o tema, segundo a colunista Sônia Racy será “Lições da Operação Mãos Limpas”; nesta segunda-feira, Moro comparou a legislação brasileira com a italiana, que se caracteriza pela "excessiva morosidade" e disse que a Lava Jato não pode ser um "soluço que não gere frutos para o futuro" (Foto: Roberta Namour)
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247 – O juiz Sérgio Moro, responsável pela operação Lava Jato, aceitou participar, dia 24 de setembro, de almoço-debate do Lide, de João Doria.

Segundo a colunista Sônia Racy, o tema será “Lições da Operação Mãos Limpas”.

Nesta segunda-feira, Moro comparou a legislação brasileira com a italiana, que se caracteriza pela "excessiva morosidade", e elogiou a dos Estados Unidos, onde "o condenado responde a eventuais recursos já na prisão". "No Brasil, existem casos criminais em que a prova incriminatória é esmagadora, mastodôntica, com a responsabilidade demonstrada, e o réu insiste em ir até o final do processo, apostando na impunidade", disse.

Ele também ressaltou que a Lava Jato não pode ser um "soluço que não gere frutos para o futuro" e defendeu mudanças na legislação no combate à corrupção. "Para a população, o que importa é o efeito final, é saber se a Justiça funciona ou não. Não podemos ter a Operação Lava Jato como um soluço que não gere frutos para o futuro. São necessárias reformas na legislação que aumentem a efetividade do nosso sistema", disse.

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