Moro critica pesquisas que mostram desaprovação à posse de armas

O Ministro da Justiça Sergio Moro afirmou que a lei anterior que proibiu a posse de armas no Brasil teve não êxito em reduzir o número de homicídios e disse que pesquisas sobre o tema que indicam mais riscos com a liberação do armamento são controversas; ele disse: "essa questão de estatística, de causa de violência, sempre é um tema bastante controvertido (...) A política anterior não resultou numa diminuição significativa do número de homicídios no Brasil. Se a política de desarmamento fosse tão exitosa, o que teria se esperado era que o Brasil não batesse ano após ano o recorde em número de homicídios"

Moro critica pesquisas que mostram desaprovação à posse de armas
Moro critica pesquisas que mostram desaprovação à posse de armas

247 - O Ministro da Justiça Sergio Moro afirmou que a lei anterior que proibiu a posse de armas no Brasil teve não êxito em reduzir o número de homicídios e disse que pesquisas sobre o tema que indicam mais riscos com a liberação do armamento são controversas. Ele disse: "essa questão de estatística, de causa de violência, sempre é um tema bastante controvertido (...) A política anterior não resultou numa diminuição significativa do número de homicídios no Brasil. Se a política de desarmamento fosse tão exitosa, o que teria se esperado era que o Brasil não batesse ano após ano o recorde em número de homicídios".

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca outros trechos da fala de Moro (em entrevista à Globo News): "havia uma ideia inicial para os municípios, mas com o tempo pareceu melhor não haver a distinção só por municípios. Tivemos a compreensão que existe uma parcela da população que manifesta seu desejo de ter a posse de uma arma em sua residência. Com isso essas pessoas têm uma sensação de segurança maior e por outro lado essa arma pode funcionar como mecanismo de defesa".

"Segundo o ministro, é preciso, no entanto, deixar claro que a flexibilização das armas não representa que a partir de agora as pessoas terão acesso a armamentos pesados, como fuzis e armas automáticas. 'Precisamos ser cautelosos e retirar aquele pânico. Não estamos permitindo o uso de arma danosa, e essa arma só será permitida na residência', explicou."

 

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