Moro torna Lula réu pelo sítio de Atibaia

Depois de condenar o ex-presidente Lula a nove anos e meio de prisão pelo chamado "triplex do Guarujá", numa polêmica decisão, o juiz Sérgio Moro tornou o ex-presidente réu pela terceira vez nesta terça-feira; agora, o juiz de Curitiba aceitou denúncia do Ministério Público no caso do sítio de Atibaia, no interior de São Paulo; segundo a nova acusação, a Odebrecht, a OAS e também a empreiteira Schahin gastaram R$ 1,02 milhão em obras de melhorias no sítio em troca de contratos com a Petrobras; a denúncia inclui ao todo 13 acusados, entre eles executivos da empreiteira e aliados do ex-presidente, até seu compadre, o advogado Roberto Teixeira

Depois de condenar o ex-presidente Lula a nove anos e meio de prisão pelo chamado "triplex do Guarujá", numa polêmica decisão, o juiz Sérgio Moro tornou o ex-presidente réu pela terceira vez nesta terça-feira; agora, o juiz de Curitiba aceitou denúncia do Ministério Público no caso do sítio de Atibaia, no interior de São Paulo; segundo a nova acusação, a Odebrecht, a OAS e também a empreiteira Schahin gastaram R$ 1,02 milhão em obras de melhorias no sítio em troca de contratos com a Petrobras; a denúncia inclui ao todo 13 acusados, entre eles executivos da empreiteira e aliados do ex-presidente, até seu compadre, o advogado Roberto Teixeira
Depois de condenar o ex-presidente Lula a nove anos e meio de prisão pelo chamado "triplex do Guarujá", numa polêmica decisão, o juiz Sérgio Moro tornou o ex-presidente réu pela terceira vez nesta terça-feira; agora, o juiz de Curitiba aceitou denúncia do Ministério Público no caso do sítio de Atibaia, no interior de São Paulo; segundo a nova acusação, a Odebrecht, a OAS e também a empreiteira Schahin gastaram R$ 1,02 milhão em obras de melhorias no sítio em troca de contratos com a Petrobras; a denúncia inclui ao todo 13 acusados, entre eles executivos da empreiteira e aliados do ex-presidente, até seu compadre, o advogado Roberto Teixeira (Foto: Romulo Faro)
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247 - O juiz Sérgio Moro aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra Lula pelo sítio de Atibaia, e tornou o ex-presidente réu pela terceira vez. A acusação agora é de corrupção e lavagem de R$ 1,02 milhão nas obras do sítio Santa Bárbara, em Atibaia, interior de São Paulo. Na Lava Jato e também nas operações Zelotes e Janus, Lula é réu em seis ações penais.

Segundo a nova acusação, a Odebrecht, a OAS e também a empreiteira Schahin gastaram R$ 1,02 milhão em obras de melhorias no sítio em troca de contratos com a Petrobrás. A denúncia inclui ao todo 13 acusados, entre eles executivos da empreiteira e aliados do ex-presidente, até seu compadre, o advogado Roberto Teixeira.

"Luiz Inácio Lula da Silva, de modo consciente e voluntário, no contexto das atividades de organização criminosa, em concurso e unidade de desígnios com Emílio Odebrecht, Alexandrino Alencar, Carlos Armando Paschoal, Emyr Diniz Costa Júnior, Rogério Aurélio Pimentel, Roberto Teixeira e Fernando Bittar, no período compreendido entre 27 de outubro de 2010 e junho de 2011, dissimularam e ocultaram a origem, a movimentação, a disposição e a propriedade de aproximadamente R$ 700 mil provenientes dos crimes de cartel, fraude a licitação e corrupção praticados pela Odebrecht em detrimento da Petrobrás, por meio da realização de reformas estruturais e de acabamento no sítio de Atibaia", diz a denúncia do Ministério Público.

A Procuradoria da República no Paraná anexou 415 documentos à nova denúncia. Segundo a Procuradoria, a denúncia foi elaborada com base em depoimentos, documentos apreendidos, dados bancários e fiscais bem como outras informações colhidas ao longo da investigação. No material anexado pelo Ministério Público Federal estão fotos de objetos e fotografias da família no sítio, escritura e registro do imóvel, notas fiscais e relatórios da Polícia Federal.

Moro condenou Lula a nove anos e meio de prisão no caso do triplex do Guarujám, litoral de São Paulo. A sentença é a primeira do ex-presidente na Lava Jato, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro ao petista. Na mesma decisão, o juiz de Curitiba absolveu o ex-presidente 'das imputações de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o armazenamento do acervo presidencial, por falta de prova suficiente da materialidade'.

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