Movimento defende prévias para as eleições em 2018

O grupo afirma estar comprometido com a democracia, para garantir os direitos sociais inscritos na Constituição de 88 e a combater todas as desigualdades. Eles defendem abertura política e pluralidade para que os eleitores sejam ouvidos e se assegure “a construção de um programa de governo que dispute as eleições presidenciais de 2018 e apoie o surgimento de novas lideranças nos processos eleitorais estaduais e municipais”; dentre as pessoas que já demonstraram apoiar o movimento estão o filósofo e cientista político Marcos Nobre, a socióloga Julita Lemgruber, o ativista Todd Tomorrow, a atriz Maria Casadevall, o humorista Gregorio Duvivier, o jornalista Bruno Torturra, entre outros

O grupo afirma estar comprometido com a democracia, para garantir os direitos sociais inscritos na Constituição de 88 e a combater todas as desigualdades. Eles defendem abertura política e pluralidade para que os eleitores sejam ouvidos e se assegure “a construção de um programa de governo que dispute as eleições presidenciais de 2018 e apoie o surgimento de novas lideranças nos processos eleitorais estaduais e municipais”; dentre as pessoas que já demonstraram apoiar o movimento estão o filósofo e cientista político Marcos Nobre, a socióloga Julita Lemgruber, o ativista Todd Tomorrow, a atriz Maria Casadevall, o humorista Gregorio Duvivier, o jornalista Bruno Torturra, entre outros
O grupo afirma estar comprometido com a democracia, para garantir os direitos sociais inscritos na Constituição de 88 e a combater todas as desigualdades. Eles defendem abertura política e pluralidade para que os eleitores sejam ouvidos e se assegure “a construção de um programa de governo que dispute as eleições presidenciais de 2018 e apoie o surgimento de novas lideranças nos processos eleitorais estaduais e municipais”; dentre as pessoas que já demonstraram apoiar o movimento estão o filósofo e cientista político Marcos Nobre, a socióloga Julita Lemgruber, o ativista Todd Tomorrow, a atriz Maria Casadevall, o humorista Gregorio Duvivier, o jornalista Bruno Torturra, entre outros (Foto: Leonardo Attuch)

Por Fernanda Valente, no Justificando
 
Um grupo formado por “movimentos sociais, coletivos, partidos, estudantes, ativistas etc.” iniciou nesta terça-feira (8) um movimento pela realização de prévias para as eleições presidenciais de 2018.

O grupo afirma estar comprometido com a democracia, para garantir os direitos sociais inscritos na Constituição de 88 e a combater todas as desigualdades. Eles defendem abertura política e pluralidade para que os eleitores sejam ouvidos e se assegure “a construção de um programa de governo que dispute as eleições presidenciais de 2018 e apoie o surgimento de novas lideranças nos processos eleitorais estaduais e municipais”.

O empresário Rogério Silva, um dos cinco porta-vozes do grupo, publicou nas redes sociais – para sanar possíveis questionamentos – que o grupo não tem dinheiro algum empregado no processo. “Não nos apoia um ricaço, nem os partidos, nem qualquer governo. Não estamos dirigidos por parlamentares, nem submetidos a agendas de intelectuais ou empresários. Mas estamos conversando muito, trabalhando muito, investindo muitas horas voluntárias e buscando uma maneira de ajudar a sociedade brasileira a atravessar este momento tão difícil, com abertura e dignidade”, afirmou.

O grupo se diz “aberto à participação de todos os brasileiros”, no entanto, ainda não está claro quem pode votar nas prévias.

Dentre as pessoas que já demonstraram apoiar o movimento estão o filósofo e cientista político Marcos Nobre, a socióloga Julita Lemgruber, o ativista Todd Tomorrow, a atriz Maria Casadevall, o humorista Gregorio Duvivier, o jornalista Bruno Torturra, entre outros.

Intelectuais que já aderiram o movimento. Foto: Reprodução

Intelectuais já aderiram o movimento. Foto: Reprodução

Próximos passos

De acordo com o site do movimento, até o dia 5 de dezembro deste ano, a proposta é divulgar a iniciativa, promover encontros, explicar a ideia, desarmar resistências, angariar apoios e coletar assinaturas.
A partir disso, pretende-se que até março de 2017 haja conversas com partidos, movimentos e coletivos para negociar suas participações no processo e definir regras para a realização das prévias.
De abril a setembro de 2017, a ideia é realizar a inédita experiência de submeter a ampla gama de lideranças de dentro e de fora dos partidos a um processo aberto e plural de discussão sobre programas e nomes que poderão disputar as eleições de 2018.

Veja abaixo o vídeo da campanha. 


 

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