Movimentos reagem contra reforma na Previdência

O anúncio da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira, 7, de que o Brasil terá que encarar uma reforma da Previdência recebeu reação imediata dos movimentos populares; líder do MST, João Pedro Stedile disse que "haverá mobilização contra o governo" se a reforma proposta pelo governo retirar benefícios dos trabalhadores do campo; "Se o governo tentar mudar a idade mínima no campo, certamente haverá mobilizações em todo o país contra o governo", disse Stedile; "O governo não é dono, nem responsável pela previdência dos trabalhadores", afirmou; para o coordenador do MTST, Guilherme Boulos, os movimentos irão para "o enfrentamento" contra a medida, que classificou como "desastrosa" e "covarde"; decisão da presidente pode resultar em perda de apoio dos que foram às ruas defender seu mandato

O anúncio da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira, 7, de que o Brasil terá que encarar uma reforma da Previdência recebeu reação imediata dos movimentos populares; líder do MST, João Pedro Stedile disse que "haverá mobilização contra o governo" se a reforma proposta pelo governo retirar benefícios dos trabalhadores do campo; "Se o governo tentar mudar a idade mínima no campo, certamente haverá mobilizações em todo o país contra o governo", disse Stedile; "O governo não é dono, nem responsável pela previdência dos trabalhadores", afirmou; para o coordenador do MTST, Guilherme Boulos, os movimentos irão para "o enfrentamento" contra a medida, que classificou como "desastrosa" e "covarde"; decisão da presidente pode resultar em perda de apoio dos que foram às ruas defender seu mandato
O anúncio da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira, 7, de que o Brasil terá que encarar uma reforma da Previdência recebeu reação imediata dos movimentos populares; líder do MST, João Pedro Stedile disse que "haverá mobilização contra o governo" se a reforma proposta pelo governo retirar benefícios dos trabalhadores do campo; "Se o governo tentar mudar a idade mínima no campo, certamente haverá mobilizações em todo o país contra o governo", disse Stedile; "O governo não é dono, nem responsável pela previdência dos trabalhadores", afirmou; para o coordenador do MTST, Guilherme Boulos, os movimentos irão para "o enfrentamento" contra a medida, que classificou como "desastrosa" e "covarde"; decisão da presidente pode resultar em perda de apoio dos que foram às ruas defender seu mandato (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O anúncio da presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira, 7, em conversa com jornalistas, de que seguirá em frente na decisão de propor uma reforma na Previdência, que entre outros pontos, aumenta a idade mínima de aposentadoria, recebeu reação dos movimentos populares, que foram às ruas defender o mandato da presidente contra o movimento golpista na Câmara. 

O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Pedro Stedile disse nesta quinta-feira (7) que "haverá mobilização contra o governo" se a reforma da Previdência encampada pela gestão Dilma Rousseff retirar benefícios dos trabalhadores do campo.

"Os movimentos sociais do campo não aceitam mudança na idade minima da aposentadoria do campo, por se tratar de uma previdência especial, que envolve a vida inteira de trabalho e as contribuições são feitas pela produção", disse Stédile. "Se o governo tentar mudar a idade mínima no campo, certamente haverá mobilizações em todo o país contra o governo."

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), Guilherme Boulos, também condenou a medida. Boulos disse que os movimentos sociais vão para "o enfrentamento" caso a presidente Dilma Rousseff insista em aprovar uma reforma da Previdência, como afirmou nesta manhã.

"Gostaria ver se a presidente Dilma e o governo dela têm coragem de 'encarar' uma reforma tributária, com taxação de grandes fortunas, ajustando as contas com a criação de uma nova faixa do imposto de renda, com aumento de IOF", criticou Boulos, usando o mesmo verbo que 

Ainda segundo Boulos, a intenção de aprovar uma reforma da Previdência "mostra que a presidente Dilma não aprendeu nada com a perda do apoio social que teve desde as eleições de 2014". "[A presidente] insiste na mesma linha de jogar a conta da crise nas costas dos trabalhadores e de querer ajustar com perda dos direitos sociais."

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