MP diz que Flávio ainda 'não consta como investigado', mas ele confessa que é

"O MPRJ esclarece que até a data de hoje, Flávio Bolsonaro não consta como investigado na portaria que instaurou o procedimento investigatório criminal. No entanto, de acordo com a dinâmica da investigação, é possível o aditamento da portaria para incluir não só ele como outros investigados", diz a nota do MP do Rio de Janeiro; o órgão salienta que não está descartada a possibilidade de que Flávio possa futuramente ser incluído entre os investigados, mas que a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), na prática, paralisou as investigações contra o ex-assessor Queiroz

MP diz que Flávio ainda 'não consta como investigado', mas ele confessa que é
MP diz que Flávio ainda 'não consta como investigado', mas ele confessa que é

247 - Apesar do senador eleito e filho do presidente, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), ter apelado para o seu foro privilegiado para pedir a suspensão das investigações sobre o caso de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) informou que o senador não figura oficialmente como um dos investigados, portanto, tal pedido não se justificaria.

Em resposta ao site UOL, o órgão salienta que não está descartada a possibilidade de que Flávio Bolsonaro possa futuramente ser incluído entre os investigados, mas que a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), na prática, paralisou as investigações contra o ex-assessor Queiroz.

"O MPRJ esclarece que até a data de hoje, Flávio Bolsonaro não consta como investigado na portaria que instaurou o procedimento investigatório criminal. No entanto, de acordo com a dinâmica da investigação, é possível o aditamento da portaria para incluir não só ele como outros investigados", diz a nota do MP.

A informação contraria o que diz a defesa de Flávio no pedido apresentado e aceito pelo ministro Fux. Em nota divulgada nesta quinta-feira (17), os advogados reforçaram que Flávio é "objeto de investigação" e, por isso, o STF suspendeu as investigações por considerar que, como senador eleito, ele estaria protegido pelas regras do foro privilegiado e apenas o Supremo poderia decidir sobre em qual instância deve tramitar uma investigação contra o senador.

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