MPF diz que remessa de delações da Odebrecht é ‘ininteligível’

Em petição, o MPF classificou como "ininteligível" e "superficial" a decisão do STF de tirar de Sérgio Moro trechos da delação de ex-executivos da construtora Odebrecht que envolvem o ex-presidente Lula e enviá-los à Justiça de São Paulo; de acordo com ministro do STF, as informações dos delatores sobre o sítio de Atibaia e sobre o Instituto Lula não têm relação com a Petrobras e, em consequência, com a Operação Lava Jato

Em petição, o MPF classificou como "ininteligível" e "superficial" a decisão do STF de tirar de Sérgio Moro trechos da delação de ex-executivos da construtora Odebrecht que envolvem o ex-presidente Lula e enviá-los à Justiça de São Paulo; de acordo com ministro do STF, as informações dos delatores sobre o sítio de Atibaia e sobre o Instituto Lula não têm relação com a Petrobras e, em consequência, com a Operação Lava Jato
Em petição, o MPF classificou como "ininteligível" e "superficial" a decisão do STF de tirar de Sérgio Moro trechos da delação de ex-executivos da construtora Odebrecht que envolvem o ex-presidente Lula e enviá-los à Justiça de São Paulo; de acordo com ministro do STF, as informações dos delatores sobre o sítio de Atibaia e sobre o Instituto Lula não têm relação com a Petrobras e, em consequência, com a Operação Lava Jato (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Em petição protocolada nesta quarta-feira (25), o Ministério Público Federal (MPF) classificou como "ininteligível" e "superficial" a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de tirar de Sérgio Moro trechos da delação de ex-executivos da construtora Odebrecht que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e enviá-los à Justiça de São Paulo. 

De acordo com ministro do STF, as informações dos delatores sobre o sítio de Atibaia e sobre o Instituto Lula não têm relação com a Petrobras e, em consequência, com a Operação Lava Jato.

Procuradores disseram que a determinação "não tem qualquer repercussão sobre a competência desse douto Juízo [em Curitiba]" e "não impede que os mesmos colaboradores sejam ouvidos sobre fatos relevantes para instrução de outras investigações e ações penais".

O Supremo "não fez análise profunda ou 'vertical' da competência, até porque não foi sequer instaurada investigação sobre os fatos perante aquela Corte", diz o MPF.

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