MPF pede inclusão da holandesa SBM em ação por fraudes contra a Petrobras

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) pediu a inclusão da empresa SBM Offshore no polo passivo da ação de improbidade administrativa movida contra a SBM Holding e SBM Offshore do Brasil por fraude na contratação de serviços relativos a plataformas e navios-plataforma pela Petrobras; ação apura prejuízos superiores a US$ 300 milhões à estatal brasileira 

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) pediu a inclusão da empresa SBM Offshore no polo passivo da ação de improbidade administrativa movida contra a SBM Holding e SBM Offshore do Brasil por fraude na contratação de serviços relativos a plataformas e navios-plataforma pela Petrobras; ação apura prejuízos superiores a US$ 300 milhões à estatal brasileira 
O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) pediu a inclusão da empresa SBM Offshore no polo passivo da ação de improbidade administrativa movida contra a SBM Holding e SBM Offshore do Brasil por fraude na contratação de serviços relativos a plataformas e navios-plataforma pela Petrobras; ação apura prejuízos superiores a US$ 300 milhões à estatal brasileira  (Foto: Paulo Emílio)

Vladimir Platonow, repórter da Agência Brasil - O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) pediu a inclusão da empresa SBM Offshore, com sede na Holanda, no polo passivo da ação de improbidade administrativa movida contra a SBM Holding e SBM Offshore do Brasil por fraude na contratação de serviços relativos a plataformas e navios-plataforma pela Petrobras. A informação foi divulgada em nota, nesta quinta-feira (28), pela assessoria do MPF.

A ação apura prejuízos superiores a US$ 300 milhões à estatal brasileira e inclui outros réus. O MPF pediu a inclusão da empresa holandesa no polo passivo por considerar que ela é a principal controladora do grupo SBM, conforme demonstra o relatório anual do grupo apresentado em 2017. "Seja qual for a nomenclatura ou forma jurídica adotada, a SBM Offshore do Brasil Ltda exerce o papel de filial, agência ou sucursal do Grupo SBM no Brasil", argumentaram os procuradores da República Daniella Sueira, Renato Oliveira, Rodrigo Lines e Tatiana Flores, segundo a nota do MPF.

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