Mundo novo: o que vai sobrar para nós?, questiona Kotscho

"Era para ser só mais um encontro do nosso grupo de oração, mas fui dormir assustado na noite de domingo. Na hora do jantar, depois de uma longa meditação, todo mundo começou a falar das novas tecnologias que, em resumo, vão substituir o homem por robôs. Tudo agora vai ficar por conta dos algoritmos e da inteligência artificial, algo que Huxley não havia previsto com esse nome", diz o jornalista Ricardo Kotscho; para ele, "no momento em que as onipresentes novas mídias das redes sociais levaram a comunicação humana literalmente às nuvens, as relações pessoais foram tornadas obsoletas"; 

Ricardo Kotscho mídia social .2
Ricardo Kotscho mídia social .2 (Foto: Paulo Emílio)

247 - "Era para ser só mais um encontro do nosso grupo de oração, mas fui dormir assustado na noite de domingo. Na hora do jantar, depois de uma longa meditação, todo mundo começou a falar das novas tecnologias que, em resumo, vão substituir o homem por robôs. Tudo agora vai ficar por conta dos algoritmos e da inteligência artificial, algo que Huxley não havia previsto com esse nome", diz o jornalista Ricardo Kotscho. 

Em sua análise, "no momento em que as onipresentes novas mídias das redes sociais levaram a comunicação humana literalmente às nuvens, as relações pessoais foram tornadas obsoletas. Restarão apenas os programadores de máquinas, que, por sua vez, em breve também serão substituídos por robôs mais modernos", comenta. 

"Neste assustador mundo novo, que será feito dos políticos e dos policiais? Será que só eles vão sobrar para governar e cuidar dos sobreviventes?Cuidar de quem, de que forma?", ressalta.  "O futuro de Aldous Huxley já chegou, muitas décadas antes do previsto pelo escritor, e a maioria dos humanoides, a começar por mim, não estava preparada", diz mais à frente. "Não vai dar tempo para recuperar o atraso porque na semana que vem já estará tudo mudado outra vez, quase na velocidade da luz", afirma. 

Leia mais no Balaio do kotscho.

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