‘Não dá para culpar militares se intervenção no Rio der errado’

Em entrevista à BBC Brasil, a ministra do Superior Tribunal Militar Maria Elizabeth Rocha disse que as Forças Armadas não devem ser responsabilizadas, caso a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro não surtir o efeito esperado; "Os militares estão subordinados ao poder civil. Receberam uma missão e têm que cumpri-la na melhor forma. Mas é preciso saber exatamente qual a missão", afirmou

Em entrevista à BBC Brasil, a ministra do Superior Tribunal Militar Maria Elizabeth Rocha disse que as Forças Armadas não devem ser responsabilizadas, caso a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro não surtir o efeito esperado; "Os militares estão subordinados ao poder civil. Receberam uma missão e têm que cumpri-la na melhor forma. Mas é preciso saber exatamente qual a missão", afirmou
Em entrevista à BBC Brasil, a ministra do Superior Tribunal Militar Maria Elizabeth Rocha disse que as Forças Armadas não devem ser responsabilizadas, caso a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro não surtir o efeito esperado; "Os militares estão subordinados ao poder civil. Receberam uma missão e têm que cumpri-la na melhor forma. Mas é preciso saber exatamente qual a missão", afirmou (Foto: Leonardo Lucena)

247 - A ministra do Superior Tribunal Militar Maria Elizabeth Rocha disse que as Forças Armadas não devem ser responsabilizadas, caso a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro não surtir o efeito esperado. A entrevista foi concedida à BBC Brasil.

"Os militares estão subordinados ao poder civil. Receberam uma missão e têm que cumpri-la na melhor forma. Mas é preciso saber exatamente qual a missão", afirmou.

Ao criticar a intervenção, ela acrescentou que a função dos militares não é "sair com um fuzil no meio da rua e barbarizar o cidadão". "Sempre achei que o papel das Forças Armadas não é o de capitão do mato, de fazer segurança pública. As Forças Armadas têm uma missão completamente diferente, estão lidando com a soberania do Estado. Defendem fronteiras, trabalham em missões humanitárias, na defesa da nossa biodiversidade".

Leia a íntegra da entrevista

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