'Não pretendo morrer nem renunciar', diz Lula em carta, que será lida por Haddad

O ex-presidente Lula escreveu mais uma carta, desta vez para reafirmar seu desejo e seu direito de ser candidato; na versão preliminar da carta que será lida por Fernando Haddad no ato de registro de sua candidatura, nesta quarta (15), Lula diz que não quer favores da Justiça Eleitoral; “quero apenas os direitos que vêm sendo reconhecidos pelos tribunais há anos em favor de centenas de outros candidatos”; o ex-presidente diz que é vítima de uma caçada judicial e que só a morte, a renúncia ou um ato do TSE pode rifá-lo; “não pretendo morrer nem cogito renunciar. Vou brigar até o final"

'Não pretendo morrer nem renunciar', diz Lula em carta, que será lida por Haddad
'Não pretendo morrer nem renunciar', diz Lula em carta, que será lida por Haddad (Foto: Ricardo Stuckert)
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247 - O ex-presidente Lula escreveu mais uma carta, desta vez para reafirmar seu desejo e seu direito de ser candidato. Na versão preliminar da carta que será lida por Fernando Haddad no ato de registro de sua candidatura, nesta quarta (15), Lula diz que não quer favores da Justiça Eleitoral. “Quero apenas os direitos que vêm sendo reconhecidos pelos tribunais há anos em favor de centenas de outros candidatos.” O ex-presidente diz que é vítima de uma caçada judicial e que só a morte, a renúncia ou um ato do TSE pode rifá-lo. “Não pretendo morrer nem cogito renunciar. Vou brigar até o final.”

Os atos e manifestações em apoio ao registo da candidatura de Lula à presidência da república já vêm ocorrendo há vários dias e concentram hoje seu momento mais decisivo. Há uma marcha do Movimento Social dos Sem Terra que já está em Brasília e toda a mobilização do PT, PCdoB e PSB, a frente de esquerda que encampou a candidatura Lula, favorita a vencer no primeiro turno das eleições de 2018, estará presente, com várias ações. 

Gleisi Hoffmann e lideranças do PT darão uma coletiva hoje em Brasília para anunciar a convocação pelo senado dos desembargadores e procuradores que truncaram a cessão do habeas corpus concedido a Lula e não cumprido, em uma das páginas mais macabras da jurisdição brasileira. 

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