Nassif: Petrobras fora da petroquímica completa o desmonte

O jornalista Luis Nassif, editor do Jornal GGN, lembra nesta sexta-feira, 15, que Pedro Parente, antes de pedir demissão da Petrobras, não apenas pretendeu tirar a empresa do refino, como afasta definitivamente do setor petroquímico; "A Lava Jato quebra as pernas da Braskem. A Odebrecht negocia, então, a venda da empresa para o grupo holandês LyondellBasell. Como maior acionista minoritária, a Petrobras deveria ter direito de preferência. No entanto, abre mão e anuncia que irá vender pelas mesmas condições do controlador", diz ele

O jornalista Luis Nassif, editor do Jornal GGN, lembra nesta sexta-feira, 15, que Pedro Parente, antes de pedir demissão da Petrobras, não apenas pretendeu tirar a empresa do refino, como afasta definitivamente do setor petroquímico; "A Lava Jato quebra as pernas da Braskem. A Odebrecht negocia, então, a venda da empresa para o grupo holandês LyondellBasell. Como maior acionista minoritária, a Petrobras deveria ter direito de preferência. No entanto, abre mão e anuncia que irá vender pelas mesmas condições do controlador", diz ele
O jornalista Luis Nassif, editor do Jornal GGN, lembra nesta sexta-feira, 15, que Pedro Parente, antes de pedir demissão da Petrobras, não apenas pretendeu tirar a empresa do refino, como afasta definitivamente do setor petroquímico; "A Lava Jato quebra as pernas da Braskem. A Odebrecht negocia, então, a venda da empresa para o grupo holandês LyondellBasell. Como maior acionista minoritária, a Petrobras deveria ter direito de preferência. No entanto, abre mão e anuncia que irá vender pelas mesmas condições do controlador", diz ele (Foto: Aquiles Lins)

247 - O jornalista Luis Nassif, editor do Jornal GGN, lembra nesta sexta-feira, 15, que Pedro Parente, antes de pedir demissão da Petrobras, não apenas pretendeu tirar a empresa do refino, como afasta definitivamente do setor petroquímico.

"A Lava Jato quebra as pernas da Braskem. A Odebrecht negocia, então, a venda da empresa para o grupo holandês LyondellBasell. Como maior acionista minoritária, a Petrobras deveria ter direito de preferência. No entanto, abre mão e anuncia que aceitará o tag alone estendido aos minoritários – isto é, irá vender pelas mesmas condições do controlador", diz ele. 

"Trata-se de movimento estratégico de enfraquecimento da Petrobras", diz Nassif, acrescentando que o contrato de fornecimento da Petrobras para a Braskem encerra-se em 2020.

Leia o texto na íntegra no Jornal GGN

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