No desespero, Bolsonaro volta as baterias contra o PT e o socialismo

A crise política e econômica, as denúncias de que o filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, formou quadrilha, o desprestígio do presidente da República e a insatisfação popular fizeram com que Jair Bolsonaro disparasse uma série de twitters tentando justificar o fracasso de seu governo culpando o "socialismo" e o Partido dos Trabalhadores

No desespero, Bolsonaro volta as baterias contra o PT e o socialismo
No desespero, Bolsonaro volta as baterias contra o PT e o socialismo (Foto: PR | Reprodução)

247 - A crise política e econômica, as denúncias de que o filho do presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), formou quadrilha quando era deputado estadual, o desprestígio do presidente da República e a insatisfação popular fizeram com que Jair Bolsonaro disparasse uma série de twitters tentando justificar o fracasso de seu governo culpando o "socialismo" e o Partido dos Trabalhadores, sigla que desde 2016 não ocupa mais a cadeira da Presidência da República. 

Em um tom agressivo, o capitão reformado disparou. "Nosso presente serve para mostrar quão grave são as consequências de um governo socialista, populista e completamente corrupto. Não há responsabilidade com o futuro do Brasil, mas apenas com seus propósitos ideológicos. A conta sempre chega e os efeitos são sentidos por anos". 

Ele ainda tentou justificar a perseguição ideológica e seu governo nas universidades federais que irá cortar 30% do orçamento das instituições de ensino. "Há somente dois caminhos para evitar contingenciamento de gastos: ou imprime dinheiro e gera inflação, ou comete-se crime de responsabilidade fiscal. Quem finge não entender essa lógica age como um abutre, aguardando ansiosamente pelo mal do Brasil para no fim se alimentar dele".

O capitão reformado mais uma vez citou o PT em sua postagem: "Temos trabalhado de modo a conter essas ações, necessárias pela herança dos rombos causados pelo desgoverno do PT, e manter, na medida do possível, a destinação dos recursos para áreas essenciais, mesmo com pouco dinheiro, mas existe uma realidade e não podemos extrapolá-la".

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