Nova fase da Lava Jato mira suposto esquema de corrupção na Transpetro

PF deflagrou a Operação Quinto Ano, 59ª fase da Lava Jato, com foco no suposto pagamento de R$ 22 milhões em propinas feito a executivos da Transpetro por parte do Grupo Estre em contratos que somam cerca de R$ 682 milhões e que teriam sido celebrados entre 2008 e 2014; estão cumprindo 15 mandados de busca e apreensão e outros três de prisão temporária em São Paulo e Araçatuba, expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba

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247 - A Polícia Federal deflagrou a Operação Quinto Ano, 59ª fase da Lava Jato. O foco da ação desta quinta-feira (31), é o suposto pagamento de R$ 22 milhões em propinas feito a executivos da Transpetro por parte do Grupo Estre em contratos que somam cerca de R$ 682 milhões e que teriam sido celebrados entre 2008 e 2014. Ao todo, 60 agentes federais e 16 auditores da Receita Federal estão cumprindo 15 mandados de busca e apreensão e outros três de prisão temporária em São Paulo e Araçatuba, expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba.

"Entre os alvos desta fase estão Wilson Quintella Filho, acionista e ex-presidente de empresas do Grupo Estre, o executivo Antonio Kanji Hoshiwaka e o advogado Mauro de Morais", informou a Procuradoria Geral da República em nota.
A operação Quinto Ano foi deflagrada a partir de informações obtidas por meio da delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Segundo machado, o esquema teria sido montado juntamente com Quintela de maneira que o suposto pagamento de propinas feito pelo Grupo Estre chegasse a pelo menos 1% do valor dos contratos.

"Além dos R$ 22 milhões já identificados na lavagem realizada pelo escritório de Mauro de Morais, depoimentos convergentes de Paulo Roberto Costa, Luiz Fernando Nave Maramaldo e Adir Assad apontam que a atuação criminosa de Wilson Quintella e seu grupo possivelmente alcançou outras áreas, inclusive do sistema Petrobras", informou a força-tarefa da Lava Jato.

 

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