Novo grupo de investidores, com US$ 35 tri em ativos, cobra ações contra aquecimento global

Novo grupo com mais de 500 investidores internacionais, que administra cerca de US$ 35 trilhões em ativos, pediu que os governos adotem medidas para combater as mudanças climáticas e o aquecimento global. Pressão vem na esteira da cobrança feita nesta quarta-feira (18) por um outro grupo de gestores de fundos, que têm sob sua responsabilidade ativos de US$ 16 bilhões para que as empresas implantem políticas contra o desmatamento em suas cadeias de fornecimento, especialmente as que atuam no Brasil.

(Foto: NASA / Reuters)
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247 - Um novo grupo com mais de 500 investidores internacionais, que administra cerca de US$ 35 trilhões em ativos, pediu que os governos adotem medidas para combater as mudanças climáticas e o aquecimento global. Pressão vem na esteira da cobrança feita nesta quarta-feira (18) por um outro grupo de gestores de fundos, que têm sob sua responsabilidade ativos de US$ 16 trilhões, para que as empresas implantem políticas contra o desmatamento em suas cadeias de fornecimento, especialmente as que atuam no Brasil. 

As cobranças feitas pelos fundos de investimento acontecem em meio às queimadas na Amazônia, que geraram em uma série de críticas contra a política ambiental do governo Jair Bolsonaro, e às vésperas da realização da Cúpula do Clima das Nações Unidas, que acontece na próxima semana, em Nova Iorque.  

"A mudança climática é uma questão muito crítica para as carteiras dos investidores, e há muitos riscos associados a isso, como também grandes oportunidades", disse o presidente do Institutional Investors Group on Climate Change, de Londres, Stephanie Pfeifer, segundo reportagem do jornal O Globo

Na carta, assinada por grupos como Legal & General Investment Management, DWS, do Deutsche Bank, e o BNP Paribas Asset Management, os investidores cobram maiores iniciativas para implementar o acordo climático de Paris – que já foi alvo de críticas por parte de Jair Bolsonaro - e a redução de subsídios para desestimular o uso de combustíveis fósseis. 

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