Novo secretário de Damares: “Por que não posso ser um Martin Luther King?”

Pastor em um ministério evangélico na Paraíba, Sérgio Queiroz, um dos recém-empossados Secretários do Ministério da Mulher, Família e Direitos humanos, nega que haverá interferência religiosa em sua gestão; "É óbvio que não. Virei pastor em 2004, e sou servidor público desde a década de 1990. É como digo: por que não posso ser como Martin Luther King? Ele era batista, da mesma denominação da qual faço parte"

Novo secretário de Damares: “Por que não posso ser um Martin Luther King?”
Novo secretário de Damares: “Por que não posso ser um Martin Luther King?” (Foto: Divulgação/Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos)

247 - Pastor em um ministério evangélico na Paraíba, Sérgio Queiroz, um dos recém-empossados Secretários do Ministério da Mulher, Família e Direitos humanos, nega que haverá interferência religiosa em sua gestão.

"É óbvio que não. Virei pastor em 2004, e sou servidor público desde a década de 1990. É como digo: por que não posso ser como Martin Luther King? Ele era batista, da mesma denominação da qual faço parte. Foi, talvez, o que mas fez pelos direitos civis e da população negra. Para mim, o Estado é o Estado, a Igreja é a Igreja e a família é a família e não pode haver intervenções. Ninguém questiona a religião de outros ministros que passaram por aqui; alguns de matrizes africanas ou ateus. O Brasil precisa evoluir nessa concepção", diz ele ao Blog Universa, no Uol.

Questionado se tem experiência profissional com a temática LGBT, ele disse que já trabalhou "com pessoas de rua e vulneráveis, incluindo travestis que têm o sexo como profissão". "Fiz campanhas para a proteção de travestis. Inclusive, em uma festa de aniversário, pedi para que fizessem o frete de uma van com LGBTs que ajudávamos para a comemoração. Meu respeito e aproximação [com essa população] são antigos".

 

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