Número de servidores com supersalários subiu 350%

Entre os anos de 2005 e 2015, o número de funcionários públicos dos três poderes que ganha salários acima do teto constitucional, R$ 33.763, cresceu subiu de 3,9 mil para 13,1 mil; dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que 54 servidores públicos ganharam mais de R$ 100 mil por mês durante todo o ano passado – ou seja, três vezes mais do que o permitido pela Constituição

Entre os anos de 2005 e 2015, o número de funcionários públicos dos três poderes que ganha salários acima do teto constitucional, R$ 33.763, cresceu subiu de 3,9 mil para 13,1 mil; dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que 54 servidores públicos ganharam mais de R$ 100 mil por mês durante todo o ano passado – ou seja, três vezes mais do que o permitido pela Constituição
Entre os anos de 2005 e 2015, o número de funcionários públicos dos três poderes que ganha salários acima do teto constitucional, R$ 33.763, cresceu subiu de 3,9 mil para 13,1 mil; dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que 54 servidores públicos ganharam mais de R$ 100 mil por mês durante todo o ano passado – ou seja, três vezes mais do que o permitido pela Constituição (Foto: Aquiles Lins)

247 - Entre os anos de 2005 e 2015, o número de funcionários públicos dos três poderes que ganha salários acima do teto constitucional, R$ 33.763, cresceu subiu de 3,9 mil para 13,1 mil.

Segundo levantamento do Estadão Dados com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, 54 servidores públicos ganharam, em média, mais de R$ 100 mil por mês durante todo o ano passado – ou seja, três vezes mais do que o permitido pela Constituição.

O maior salário registrado na base – que não identifica nem o órgão nem o nome do trabalhador – foi o de um agente de saúde pública lotado no poder Legislativo do Pará: R$ 118 mil mensais. 

“Você tem uma parcela das elites da burocracia estatal que tem poder, e que o usa para ganhar vantagens”, diz o professor de Direito do Estado da USP, Floriano de Azevedo Marques. 

Leia reportagem na íntegra.

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