OAB vê perseguição do MPF contra a ordem

A OAB fez a avaliação alegando como causa o fato de a instituição ter se colocar contra pautas do governo e por fazer críticas à Operação Lava Jato

(Foto: Divulgação)
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247 - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), presidida por Felipe Santa Cruz, avalia que, desde que passou a ser colocar contra pautas do governo e também fez críticas à Operação Lava Jato, o governo Jair Bolsonaro aumentou o número de procedimentos fiscalizatórios contra a instituição. É o que aponta a coluna de Guilherme Amado.

Uma das principais críticas da OAB sobre a Lava Jato veio em fevereiro do ano  passado, por exemplo, quando, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Felipe Santa Cruz, disse que há um clima de insegurança jurídica no país com “investigações sem fim”. 

“O Judiciário, assim como qualquer outro poder, deve responder pelos seus erros. Não devemos fazer da Lava Jato um livro em fascículos interminável. Para nós é preocupante a paralisia do poder público, um apagão das canetas diante da insegurança jurídica. O país está parado como se estivesse num grande processo de acompanhamento de investigações sem fim”, disse.

A OAB e algumas das principais entidades da advocacia criaram nesta segunda-feira (8) uma frente para defender o jornalista Glenn Greenwald, editor do site Intercept Brasil, que vem divulgando desde junho do ano passado irregularidades da Lava Jato, que tinha como juiz em primeira instância Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro.

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