Oito anos após ser quase varrido da cena política, DEM tenta retomada

Depois de quase ter se tornado um partido nanico em 2010, perdendo governos, prefeituras e cadeiras no congresso, o DEM tenta renascer com oito candidatos a governos estaduais; o número é comemorado como retomada da legenda, que trocou seu nome há 11 anos (antes, era PFL); demistas encabeçam chapas na Bahia, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso, Amapá, Pará, Distrito Federal e Sergipe; o deputado Rodrigo Maia, como presidente da Câmara, deu alguma visibilidade ao partido que, no entanto, terá de passar pelo teste das eleições

Oito anos após ser quase varrido da cena política, DEM tenta retomada
Oito anos após ser quase varrido da cena política, DEM tenta retomada (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

247 - Depois de quase ter se tornado um partido nanico em 2010, perdendo governos, prefeituras e cadeiras no congresso, o DEM tenta renascer com oito candidatos a governos estaduais. O número é comemorado como retomada da legenda, que trocou seu nome há 11 anos (antes, era PFL). Demistas encabeçam chapas na Bahia, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso, Amapá, Pará, Distrito Federal e Sergipe. O deputado Rodrigo Maia, como presidente da Câmara, deu alguma visibilidade ao partido que, no entanto, terá de passar pelo teste das eleições.

"Em 2014, o DEM teve apenas duas candidaturas estaduais e, pela primeira vez na história do partido, não elegeu nenhum governador. O melhor desempenho foi na época em que ainda se chamava PFL. Em 1990, elegeu nove dos 11, entre eles, Antônio Carlos Magalhães (BA), José Agripino (RN) e Edison Lobão (MA). A Bahia é o único Estado onde o partido teve candidaturas em todas as eleições.

Aliás, para conseguir redesenhar o cenário eleitoral da Bahia depois de o PSC descumprir o acordo de coligar-se com o DEM, ACM Neto precisou lançar 30 candidatos a deputados federais. Tudo para conseguir fazer uma bancada de cinco eleitos."

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