Padilha defende tercerização do trabalho e é aplaudido por empresários

Ministro da Casa Civil foi aplaudido por empresários ao defender a terceirização do trabalho em uma eventual reforma trabalhista do governo do presidente interino Michel Temer; "Temos que caminhar no rumo da terceirização. Aquele projeto que está no Senado deve ser votado com alguma rapidez", disse durante um evento em São Paulo; segundo Padilha, a reforma trabalhista deverá vir em conjunto ou logo após a reforma da Previdência, sendo que as duas estão "no horizonte deste ano", afirmou

Ministro da Casa Civil foi aplaudido por empresários ao defender a terceirização do trabalho em uma eventual reforma trabalhista do governo do presidente interino Michel Temer; "Temos que caminhar no rumo da terceirização. Aquele projeto que está no Senado deve ser votado com alguma rapidez", disse durante um evento em São Paulo; segundo Padilha, a reforma trabalhista deverá vir em conjunto ou logo após a reforma da Previdência, sendo que as duas estão "no horizonte deste ano", afirmou
Ministro da Casa Civil foi aplaudido por empresários ao defender a terceirização do trabalho em uma eventual reforma trabalhista do governo do presidente interino Michel Temer; "Temos que caminhar no rumo da terceirização. Aquele projeto que está no Senado deve ser votado com alguma rapidez", disse durante um evento em São Paulo; segundo Padilha, a reforma trabalhista deverá vir em conjunto ou logo após a reforma da Previdência, sendo que as duas estão "no horizonte deste ano", afirmou (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ministro da Casa Civil foi aplaudido por empresários durante um evento em São Paulo ao defender a terceirização do trabalho em uma eventual reforma trabalhista do governo do presidente interino Michel Temer. Segundo Padilha, a reforma trabalhista deverá vir em conjunto ou logo após a reforma da Previdência, sendo que as duas estão "no horizonte deste ano". "Temos que caminhar no rumo da terceirização. Aquele projeto que está no Senado deve ser votado com alguma rapidez", defendeu.

Padilha disse que a reforma da Previdência ainda não está fechada porque ela precisa ser "costurada" com os sindicatos, representantes dos trabalhadores e da sociedade. Segundo o ministro, já foram realizadas seis rodadas de negociação neste sentido, todas coordenadas pessoalmente por ele.

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