Padilha diz que governo precisa sair da crise em 90 dias

O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, avalia que o governo precisa sair da crise política dentro de, no máximo 90 dias, para poder reverter a situação em seu favor; "Temos de sair da crise política em 60, 90 dias. Temos de ter um horizonte para que os empreendedores, que fazem o país crescer, tenham um mínimo de garantia de que não haverá mudança nas regras do jogo a curto prazo'', disse; o ministro também observou que os pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff não são justificados e que as manifestações contra o governo programadas para este domingo (16) devem ser encaradas com humildade "para colher das manifestações que não são orquestradas por partidos os recados para aperfeiçoar a gestão e os serviços"

O ministro Secretaria da Aviação Civil, Eliseu Padilha, participa de audiência sobre os planos e programas da secretaria para 2015. Ao lado o presidente da Anac, Marcelo Guaranys (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O ministro Secretaria da Aviação Civil, Eliseu Padilha, participa de audiência sobre os planos e programas da secretaria para 2015. Ao lado o presidente da Anac, Marcelo Guaranys (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, avalia que o governo precisa sair da crise política dentro de, no máximo 90 dias, para poder reverter a situação em seu favor. "Temos de sair da crise política em 60, 90 dias. Temos de ter um horizonte para que os empreendedores, que fazem o país crescer, tenham um mínimo de garantia de que não haverá mudança nas regras do jogo a curto prazo'', disse Padilha ao jornal mineiro Zero Hora.

Segundo ele, o PMDB, partido ao qual é ligado, tem papel essencial na garanta da governabilidade. "O PMDB se caracterizou por ser o fiador da governabilidade. O PMDB não é o senhor da verdade, o que temos é maior representação. E temos humildade para ouvir. A nação não vai perdoar a atual geração de políticos se não tivermos condições de criar a estabilidade política para sustentar a economia", observou.

O ministro também observou que os pedidos de impeachment da presidente Dilma Rousseff não são justificados. "Penso que a vitória na eleição a coloca numa situação preservada em relação a movimentos golpistas. Até este momento, não se conhece uma vírgula que possa imputar qualquer crime à presidente", disse. Segundo ele, as manifestações contra o governo programadas para este domingo (16) devem ser encaradas com humildade "para colher das manifestações que não são orquestradas por partidos os recados para aperfeiçoar a gestão e os serviços".

 

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