Palocci: da morte de Daniel à sua própria

"Duas cidades do interior de São Paulo (Santo André e Ribeirão Preto) oferecem subsídios para que seja mais bem entendido o personagem Antônio Palocci neste momento. Para os defensores do Golpe sua "confissão" é a "bala de prata", há urgência na liquidação da fatura; para os que foram atingidos ainda não. É bem provável que não seja o tiro de misericórdia se houver um pouco mais de atenção por parte das forças organizadas que defendem um projeto democrático para a sociedade brasileira", escreve o dramaturgo Jair Antônio Alves

Palocci é escoltado por policiais em Curitiba. 26/9/2016. REUTERS/Rodolfo Buhrer
Palocci é escoltado por policiais em Curitiba. 26/9/2016. REUTERS/Rodolfo Buhrer (Foto: Romulo Faro)

247 - "Duas cidades do interior de São Paulo (Santo André e Ribeirão Preto) oferecem subsídios para que seja mais bem entendido o personagem Antônio Palocci neste momento. Para os defensores do Golpe sua "confissão" é a "bala de prata", há urgência na liquidação da fatura; para os que foram atingidos ainda não. É bem provável que não seja o tiro de misericórdia se houver um pouco mais de atenção por parte das forças organizadas que defendem um projeto democrático para a sociedade brasileira", escreve o dramaturgo Jair Antônio Alves.

"O personagem aqui tratado talvez tenha se equivocado e recebido nos bastidores a promessa de que Lula, PT, Dilma estão fora da disputa e a "sociedade brasileira" vai relegar isso tudo, e ele vai poder tocar sua vida, como empreendedor e articulador no mundo dos negócios. Pode não ser assim a vida, do qual Palocci foi coadjuvante. A história mostrou que acidentes podem acontecer e ele definitivamente condenado a arder no fogo até o seu final. Não recomendamos nem corda nem veneno", diz ainda Jair Antônio.

Leia aqui a íntegra do 'roteiro dramatúrgico e cinematográfico' sobre o ex-ministro Antônio Palocci.

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