Palocci sai milionário da cadeia se delatar Lula

Reportagem do jornalista Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo revela, com base em uma fonte na Polícia Federal, que o ex-ministro Antonio Palocci terá R$ 30 milhões desbloqueados, além da liberdade, caso Sergio Moro homologue a delação premiada, anunciada pela Globo, em que incriminará o ex-presidente Lula; pela legislação brasileira, os acordos de delação devem ser feitos de forma espontânea

Reportagem do jornalista Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo revela, com base em uma fonte na Polícia Federal, que o ex-ministro Antonio Palocci terá R$ 30 milhões desbloqueados, além da liberdade, caso Sergio Moro homologue a delação premiada, anunciada pela Globo, em que incriminará o ex-presidente Lula; pela legislação brasileira, os acordos de delação devem ser feitos de forma espontânea
Reportagem do jornalista Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo revela, com base em uma fonte na Polícia Federal, que o ex-ministro Antonio Palocci terá R$ 30 milhões desbloqueados, além da liberdade, caso Sergio Moro homologue a delação premiada, anunciada pela Globo, em que incriminará o ex-presidente Lula; pela legislação brasileira, os acordos de delação devem ser feitos de forma espontânea (Foto: Gisele Federicce)

247 - Reportagem do jornalista Joaquim de Carvalho no Diário do Centro do Mundo revela, com base em uma fonte da Polícia Federal, que o ex-ministro Antonio Palocci terá R$ 30 milhões desbloqueados, além de sua liberdade, caso Sergio Moro homologue a delação premiada em que ele incriminará o ex-presidente Lula.

A notícia é bastante grave, uma vez que, pela legislação brasileira, os acordos de delação devem ser feitos de forma espontânea. Palocci está preso desde setembro de 2016 e tem R$ 60 milhões de seus bens bloqueados pela Justiça do Paraná. Com a delação, terá metade de volta.

A matéria destaca que dois fatos estranhos acompanham a delação de Palocci: a data de seu anúncio, pelo jornal O Globo - logo após a decisão do STF de tirar de Moro os casos do sítio de Atibaia e do Instituto Lula - e a condução do acordo pela Polícia Federal, e não pelo Ministério Público Federal.

O jornalista lembra que os procuradores da força-tarefa da Lava Jato estão um tanto "queimados" depois das denúncias do advogado Rodrigo Tacla Duran, que recebeu uma proposta para que fizesse um pagamento "por fora" e, em troca, teria sua multa diminuída.

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