Palocci tentará anular a delação de Baiano

"O Fernando Baiano fez uma delação a la carte [sob encomenda] para suprimir eventuais incongruências de outros delatores", diz o defensor de Antonio Palocci, o advogado José Roberto Batochio, que estuda questionar a homologação da delação pelo Supremo; Baiano disse que a doação de R$ 2 milhões à campanha de Dilma em 2010 serviu para selar o apoio do PT, por meio de Palocci, ao então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa

"O Fernando Baiano fez uma delação a la carte [sob encomenda] para suprimir eventuais incongruências de outros delatores", diz o defensor de Antonio Palocci, o advogado José Roberto Batochio, que estuda questionar a homologação da delação pelo Supremo; Baiano disse que a doação de R$ 2 milhões à campanha de Dilma em 2010 serviu para selar o apoio do PT, por meio de Palocci, ao então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa
"O Fernando Baiano fez uma delação a la carte [sob encomenda] para suprimir eventuais incongruências de outros delatores", diz o defensor de Antonio Palocci, o advogado José Roberto Batochio, que estuda questionar a homologação da delação pelo Supremo; Baiano disse que a doação de R$ 2 milhões à campanha de Dilma em 2010 serviu para selar o apoio do PT, por meio de Palocci, ao então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa (Foto: Roberta Namour)
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247 – O ex-ministro Antonio Palocci vai tentar anular a delação de Fernando Baiano no Supremo. Baiano disse que a doação de R$ 2 milhões à campanha de Dilma em 2010 serviu para selar o apoio do PT, por meio de Palocci, ao então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

"Essa delação [de Soares] é uma manobra primária e imoral, repleta de invenciones criminosas", afirma seu advogado, José Roberto Batochio. "O Fernando Baiano fez uma delação a la carte [sob encomenda] para suprimir eventuais incongruências de outros delatores", diz o defensor de Palocci.

Batochio lembrou que Costa já prestou mais de 150 depoimentos e em nenhum deles falou sobre a suposta reunião em que o ex-ministro teria negociado a doação de R$ 2 milhões.

Ele afirma que está estudando questionar a homologação da delação de Soares pelo Supremo.

Leia aqui reportagem de Mario Cesar Carvalho sobre o assunto.

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