Partido de Bolsonaro pune deputada que denunciou ameaça de morte

Enquanto a Câmara estuda dar proteção à deputada Alê Silva (MG), que disse ter sofrido ameaças de morte por parte do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, decidiu puni-la; presidente da legenda, Luciano Bivar, anunciou que a parlamentar  seria suspensa do grupo de WhatssApp da bancada em função da repercussão do episódio; segundo Alê Silva, as ameaças teriam sido feitas após ela ter revelado um esquema de candidaturas laranjas no diretório do partido em Minas

Partido de Bolsonaro pune deputada que denunciou ameaça de morte
Partido de Bolsonaro pune deputada que denunciou ameaça de morte (Foto: Agência Câmara)

247 - Enquanto a Câmara estuda dar proteção à deputada Alê Silva (MG), que disse ter sofrido ameaças de morte por parte do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, decidiu puni-la. Neste domingo (14), o presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), anunciou que a parlamentar iria ser suspensa de participar do grupo de WhatssApp da bancada em função da repercussão do episódio.

De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, Alê Silva disse que já não participava do grupo há dois meses, após constatar vazamentos dos diálogos. "Infelizmente, nosso nobre presidente não teve o prazer de me excluir', afirmou a parlamentar. Ainda segundo Alê Silva, ela teria procurado Bivar ainda em janeiro para discutir as ameaças que teriam sido feitas pelo ministro. Em sua avaliação, o partido escolheu um lado e "quer distância dela".

As denúncias da parlamentar foram feitas em entrevista à Folha no último final de semana. Ela relatou que as ameaças teriam sido feitas por Marcelo Álvaro durante uma reunião com correligionários em Belo Horizonte, após ter revelado um esquema de candidaturas laranjas no diretório do partido em Minas. (Leia no Brasil 247).

 

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