Paulo Nogueira: a ascensão dos falsos idiotas

Para o economista Paulo Nogueira Batista Jr., o Brasil e parte do mundo vive as consequências de um "fenômeno arrasador": "a ascensão fulminante e irresistível do idiota"; segundo ele, "até o século passado, os idiotas ignoravam a sua condição de maioria e, portanto, viviam omissos e acomodados", mas "de repente, tudo mudou. O idiota descobriu o próprio peso e desencadeou-se por toda parte com força brutal. Passou a publicar, dar entrevistas, gerir empresas e — o que é pior — ocupar cargos públicos da maior importância"

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247 - Para o economista Paulo Nogueira Batista Jr., o Brasil e parte do mundo vive as consequências de um "fenômeno arrasador": "a ascensão fulminante e irresistível do idiota". " Os idiotas sempre existiram - e em grande número. Sempre foram a maioria - sólida e compacta maioria", diz. Mas, segundo ele, "até o século passado, os idiotas ignoravam a sua condição de maioria e, portanto, viviam omissos e acomodados, ignorantes da força que a sua condição lhes proporcionava".

"De repente, tudo mudou. O idiota descobriu o próprio peso e desencadeou-se por toda parte com força brutal. Passou a publicar, dar entrevistas, gerir empresas e — o que é pior — ocupar cargos públicos da maior importância. Isso foi, como dizia, no século passado. De lá para cá, o campo ocupado pelo idiota só fez expandir-se", diz Nogueira em um artigo publicado na Carta Capital.

"Bolsonaro, assim como Trump, mostra traços de verdadeira genialidade no modo como simula idiotice. A escolha de alguns ministros causou sensação. Um exemplo: o embaixador Ernesto Araújo, futuro ministro das Relações Exteriores. Pelos seus escritos, percebe-se que é um diplomata de vasta cultura", ironiza.

Leia a íntegra do artigo na Carta Capital.

 

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