Paulo Nogueira Batista: o único candidato que poderia ser de centro está preso

"O governo Temer caminha para um fim melancólico", diz o economista Paulo Nogueira Batista, na Carta Capital; "O golpismo desmoraliza-se cada dia mais. (...) Nenhum candidato remotamente associado a Temer e ao golpe de 2016 tem chances de vencer a eleição presidencial de outubro. Com a polarização do País, o Centro desapareceu. Foi preso o único candidato que poderia ser de centro. A esta altura, o favoritismo parece ser de candidatos de esquerda/centro-esquerda", afirma

"O governo Temer caminha para um fim melancólico", diz o economista Paulo Nogueira Batista, na Carta Capital; "O golpismo desmoraliza-se cada dia mais. (...) Nenhum candidato remotamente associado a Temer e ao golpe de 2016 tem chances de vencer a eleição presidencial de outubro. Com a polarização do País, o Centro desapareceu. Foi preso o único candidato que poderia ser de centro. A esta altura, o favoritismo parece ser de candidatos de esquerda/centro-esquerda", afirma
"O governo Temer caminha para um fim melancólico", diz o economista Paulo Nogueira Batista, na Carta Capital; "O golpismo desmoraliza-se cada dia mais. (...) Nenhum candidato remotamente associado a Temer e ao golpe de 2016 tem chances de vencer a eleição presidencial de outubro. Com a polarização do País, o Centro desapareceu. Foi preso o único candidato que poderia ser de centro. A esta altura, o favoritismo parece ser de candidatos de esquerda/centro-esquerda", afirma (Foto: Paulo Emílio)

247 - "O governo Temer caminha para um fim melancólico" escreve o economista Paulo Nogueira Batista, na Carta Capital. "O golpismo desmoraliza-se cada dia mais. Em todo caso, mantidas as regras do jogo (ressalva crucial), diria que o cenário hoje sugere o seguinte. Nenhum candidato remotamente associado a Temer e ao golpe de 2016 tem chances de vencer a eleição presidencial de outubro. Com a polarização do País, o Centro desapareceu. Foi preso o único candidato que poderia ser de centro. A esta altura, o favoritismo parece ser de candidatos de esquerda/centro-esquerda. Bolsonaro, único candidato competitivo pela direita, pode chegar ao segundo turno, mas dificilmente vencerá a eleição".

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