Paulo Roberto fazia a ponte com empreiteiras

Documento em poder da Polícia Federal demonstra que era ele quem conectava políticos a grandes doadores de campanha, como as construtoras Andrade Gutierrez e Engevix; na tabela, havia o nome da empreiteira, o principal executivo e sua disposição de colaborar ou não com partidos; organizado, Paulo Roberto Costa anotava à mão sua contabilidade política

Documento em poder da Polícia Federal demonstra que era ele quem conectava políticos a grandes doadores de campanha, como as construtoras Andrade Gutierrez e Engevix; na tabela, havia o nome da empreiteira, o principal executivo e sua disposição de colaborar ou não com partidos; organizado, Paulo Roberto Costa anotava à mão sua contabilidade política
Documento em poder da Polícia Federal demonstra que era ele quem conectava políticos a grandes doadores de campanha, como as construtoras Andrade Gutierrez e Engevix; na tabela, havia o nome da empreiteira, o principal executivo e sua disposição de colaborar ou não com partidos; organizado, Paulo Roberto Costa anotava à mão sua contabilidade política (Foto: Leonardo Attuch)

247 - Com a Operação Lava-Jato, a Polícia Federal apreendeu um documento que desperta pânico entre políticos e empreiteiros. Trata-se de uma tabela com nomes de construtoras, seus principais executivos e a disposição ou não de colaborar com doações políticas.

A Polícia Federal suspeita que a Operação Lava-Jato tenha movimentado cerca de R$ 10 bilhões, ilegalmente.

Na lista de Costa, aparecem empreiteiras importantes, como a Andrade Gutierrez, que tem a concessão do aeroporto de Confins, em Minas Gerais, e a Engevix, concessionária do aeroporto de Brasília.

A tabela está dividida em três colunas: nome da empresa'', executivo'' e "solução".

No campo das soluções, surgem anotações como: "Está disposto a colaborar. Iria falar com executivo para saber se já ajudam em algo", "Já está colaborando, mas vai intensificar mais para a campanha a pedido do PR", e "Já teve conversa com candidato, vai colaborar a pedido do PR".

Caso a oposição consiga abrir a CPI da Petrobras, hoje pendente de decisão no Supremo Tribunal Federal, Paulo Roberto, que foi preso com US$ 181 mil e R$ 762 mil, será seu principal personagem.

 

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