Paulo Teixeira: a eleição de 2020 precisa ser um plebiscito anti-Bolsonaro

À TV 247, o deputado federal defendeu a necessidade de união da esquerda para eleger mais prefeitos no ano que vem, inclusive com o PT apoiando candidatos de outros partidos de esquerda e vice-versa. “Em alguns lugares o PT tem que abrir mão, como eles também têm que abrir mão quando há mais chance. A esquerda tem que ganhar a eleição de 2020”, afirmou. Assista

247 - O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), que anunciou sua candidatura à presidência do partido, falou à TV 247 sobre seus planos para o desenvolvimento do PT e defendeu alianças entre partidos de esquerda para que se eleja mais prefeitos deste campo em 2020. Para ele, a mudança no PT passa pela forma de se comunicar com a comunidade e no retorno do diálogo com as bases.

Para o deputado, a votação do ano que vem tem de ser como um “plebiscito anti-Bolsonaro”. “Nós temos que ter uma relação mais permanente entre a esquerda no Brasil. Sou da opinião de que em 2020 nós não podemos ter cinco candidatos da esquerda à prefeito de São Paulo ou prefeita de São Paulo, nem de Porto Alegre e nem do Rio”.

“Onde o PCdoB for mais forte vamos apoiar o PCdoB, em alguns lugares o PT tem que abrir mão, como eles também têm que abrir mão em outros lugares para nos apoiarem. A eleição de 2020 tem que ser, na minha opinião, um plebiscito anti-Bolsonaro, a esquerda tem que ganhar a eleição de 2020”, completou.

Teixeira também comentou uma das mais recentes revelações da Vaza Jato que prova que o ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, juntamente com procuradores da força-tarefa, vazaram áudios de diálogos entre os ex-presidentes Lula e Dilma e, não divulgando a totalidade do material obtido ilegalmente, manipularam a opinião pública. Paulo Teixeira classificou a Lava Jato como um “grupo criminoso de conspiração”.

“Eles fizeram um movimento político fora da lei para derrubar a Dilma, para impedir que o Lula fosse ao governo. Eles mentiram para o Brasil, manipularam informações e divulgaram conversas que eles não podiam sequer gravar. Aquilo ali é um grupo criminoso de conspiração”.

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