Pedido de Sara Geromini para anular provas da CPMI das Fake News é negado pelo STF

O ministro Alexandre de Moraes negou pedido da defesa de Sara Geromini por considerar que não foram reunidos ‘indícios mínimos de inautenticidade’ dos documentos apresentados na CPI das Fake News que a incirminam

Sara Winter e Alexandre de Moraes
Sara Winter e Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução | STF)
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247 - O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido apresentado pela extremista Sara Giromini para declarar falsas e anular todas as provas colhidas na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News.

“O pedido não comporta acolhimento. Na presente hipótese, a requerente não apresentou indícios mínimos da inautenticidade dos documentos trazidos aos autos de forma a caracterizar a alegada falsidade. Flagrante a ausência de justa causa, a consequência é o indeferimento do pedido com imediato arquivamento da representação”, escreveu o ministro ao arquivar o pedido.

Segundo a defesa, os documentos apresentados pelos deputados Alexandre Frota (PSDB-SP), Joice Hasselmann (PSL-SP) e Nereu Crispim (PSL-RS) são falsos e teriam sido repassados pelo empresário Carlos Augusto de Moraes Afonso, conhecido como ‘Luciano Ayan’, que foi denunciado e preso por suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo o Movimento Brasil Livre (MBL) no mês passado. No entanto, Sara não apontou quais seriam as supostas provas ‘contaminadas’ e quais informações Ayan teria repassado à comissão.

Sara é investigada no inquérito das fake news e teve sua prisão decretada e atualmente é monitorada por tornozeleira eletrônica.

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