Perguntas sem resposta no caso do ex-assessor de Flávio Bolsonaro

Depois de uma semana da divulgação do relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre a movimentação atípica na conta do assessor de Flávio Bolsoanro, Fabrício Queiroz, muitas perguntas ainda estão sem resposta; a mais instigante delas é: como um policial, co salário de R$ 8.517 consegue movimentar R$ 1,2 milhão em um ano? 

Perguntas sem resposta no caso do ex-assessor de Flávio Bolsonaro
Perguntas sem resposta no caso do ex-assessor de Flávio Bolsonaro

247 - Depois de uma semana da divulgação do relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre a movimentação atípica na conta do assessor de Flávio Bolsoanro, Fabrício Queiroz, muitas perguntas ainda estão sem resposta. A mais instigante delas é: como um policial, co salário de R$ 8.517 consegue movimentar R$ 1,2 milhão em um ano? 

A reportagem do jornal O Globo destaca mais algumas perguntas em aberto no escândalo do depósito do assessor de Flávio Bolsonaro: "por que funcionários do gabinete de Flávio repassaram dinheiro para Queiroz? (...) Por que os depósitos em dinheiro coincidem com as datas do pagamento de salário na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj)? (...) Por que o presidente eleito Jair Bolsonaro não declarou no Imposto de Renda o suposto empréstimo de R$ 40 mil feito ao ex-assessor? (...) Qual era a função de uma das filhas de Queiroz, Nathalia, no gabinete de Bolsonaro na Câmara? (...) Por que Queiroz foi exonerado do gabinete de Flávio em 15 de outubro deste ano?"

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