PF desarticula quadrilha que movimentava R$ 2,3 bi anuais

Agentes da Polícia Federal (PF) deflagraram nesta terça-feira (22) a Operação Ex-Câmbio contra quatro quadrilhas de doleiros em Santa Catarina; stimativa é que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 2,3 bilhões por ano, desde 2011; estão sendo cumpridos dez mandados de prisão preventiva, 68 de busca e apreensão e outros dez de condução coercitiva em municipios de Santa Catarina, Paraná e do Rio Grande do Sul; cerca de 20 pessoas já foram detidas por suspeitas de envolvimento no esquema

Agentes da Polícia Federal (PF) deflagraram nesta terça-feira (22) a Operação Ex-Câmbio contra quatro quadrilhas de doleiros em Santa Catarina; stimativa é que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 2,3 bilhões por ano, desde 2011; estão sendo cumpridos dez mandados de prisão preventiva, 68 de busca e apreensão e outros dez de condução coercitiva em municipios de Santa Catarina, Paraná e do Rio Grande do Sul; cerca de 20 pessoas já foram detidas por suspeitas de envolvimento no esquema
Agentes da Polícia Federal (PF) deflagraram nesta terça-feira (22) a Operação Ex-Câmbio contra quatro quadrilhas de doleiros em Santa Catarina; stimativa é que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 2,3 bilhões por ano, desde 2011; estão sendo cumpridos dez mandados de prisão preventiva, 68 de busca e apreensão e outros dez de condução coercitiva em municipios de Santa Catarina, Paraná e do Rio Grande do Sul; cerca de 20 pessoas já foram detidas por suspeitas de envolvimento no esquema (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Agentes da Polícia Federal (PF) deflagraram nesta terça-feira (22) a Operação Ex-Câmbio contra quatro quadrilhas de doleiros em Santa Catarina. Os policiais estão cumprindo dez mandados de prisão preventiva, 68 de busca e apreensão e outros dez de condução coercitiva. Até o início da tarde, cerca de 20 suspeitos haviam sido detidos pelos agentes. Estimativa é que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 2,3 bilhões por ano, desde 2011.

A operação está sendo desenvolvida nos municípios catarinenses de Joinville, Itajaí, Balneário Camboriú, Itapema e Dionísio Cerqueira, além de Porto Alegre (RS) e Curitiba e Barracão (PR). Segundo informações da PF, os doleiros apresentavam-se como representantes de grandes corretoras e, com isto, conseguiam realizar as transações para fora do país.

Ainda segundo a corporação policial, as corretoras não tinham participação no esquema investigado. "Podemos dizer é que as áreas de 'compliance' falharam, já que não identificaram os crimes cometidos por essas pessoas", disse o delegado", Christian Wuster.

 

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