PF indicia 7 por rombo no Postalis

Em relatório enviado à Justiça Federal, a Polícia Federal indiciou sete investigados na Operação Positus por fraudes na gestão de recursos do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios, entre os anos de 2006 e 2011; entre eles estão o ex-presidente do fundo Alexej Predtchensky e o ex-diretor financeiro Adilson Florencio da Costa; os dois são ligados ao PMDB do senador e ex-ministro Edison Lobão; irregularidades resultaram em prejuízo de R$ 95 milhões ao Postalis

Em relatório enviado à Justiça Federal, a Polícia Federal indiciou sete investigados na Operação Positus por fraudes na gestão de recursos do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios, entre os anos de 2006 e 2011; entre eles estão o ex-presidente do fundo Alexej Predtchensky e o ex-diretor financeiro Adilson Florencio da Costa; os dois são ligados ao PMDB do senador e ex-ministro Edison Lobão; irregularidades resultaram em prejuízo de R$ 95 milhões ao Postalis
Em relatório enviado à Justiça Federal, a Polícia Federal indiciou sete investigados na Operação Positus por fraudes na gestão de recursos do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios, entre os anos de 2006 e 2011; entre eles estão o ex-presidente do fundo Alexej Predtchensky e o ex-diretor financeiro Adilson Florencio da Costa; os dois são ligados ao PMDB do senador e ex-ministro Edison Lobão; irregularidades resultaram em prejuízo de R$ 95 milhões ao Postalis (Foto: Aquiles Lins)

247 - Em relatório enviado à Justiça Federal em março, a Polícia Federal indiciou sete investigados na Operação Positus por fraudes na gestão de recursos do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios, entre os anos de 2006 e 2011.

Entre os indiciados da Operação Positus – deflagrada em dezembro – estão o ex-presidente do fundo Alexej Predtchensky e o ex-diretor financeiro Adilson Florencio da Costa, ambos ligados ao PMDB do senador e ex-ministro Edison Lobão (Minas e Energia). Fabrizio Neves, apontado como operador do esquema, está entre os indiciados no inquérito Positus, além cinco administradores de corretoras de valores.

Entre os crimes imputados pela PF aos envolvidos estão gestão fraudulenta de instituição financeira, lavagem de dinheiro e apropriação de recursos de instituição financeira que, ao todo, resultaram em prejuízo de R$ 95 milhões ao Postalis. 

 

 

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