PF prende presidente da OAS por desvios na transposição

Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira, 11, em São Paulo, o presidente da construtora OAS, por envolvimento em fraude em licitação e pagamento de propina para conseguir um contrato de R$ 680 milhões na transposição do rio São Francisco; segundo a PF, a propina era repassada pelo doleiro Alberto Youssef e pelo lobista Adir Assad, ambos já presos em Curitiba; doleiro relatou os pagamentos de suborno pela OAS em seu acordo de delação premiada

Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira, 11, em São Paulo, o presidente da construtora OAS, por envolvimento em fraude em licitação e pagamento de propina para conseguir um contrato de R$ 680 milhões na transposição do rio São Francisco; segundo a PF, a propina era repassada pelo doleiro Alberto Youssef e pelo lobista Adir Assad, ambos já presos em Curitiba; doleiro relatou os pagamentos de suborno pela OAS em seu acordo de delação premiada
Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira, 11, em São Paulo, o presidente da construtora OAS, por envolvimento em fraude em licitação e pagamento de propina para conseguir um contrato de R$ 680 milhões na transposição do rio São Francisco; segundo a PF, a propina era repassada pelo doleiro Alberto Youssef e pelo lobista Adir Assad, ambos já presos em Curitiba; doleiro relatou os pagamentos de suborno pela OAS em seu acordo de delação premiada (Foto: Aquiles Lins)
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247 - A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira, 11, em São Paulo, o presidente da construtora OAS, Elmar Varjão, por envolvimento em fraude em licitação e pagamento de propina para conseguir um contrato de R$ 680 milhões na transposição do rio São Francisco.

Varjão era o responsável pelo consórcio com a construtora Coesa e o grupo OAS nas obras de transposição. Em 2013, ele chegou a participar de um audiência pública sobre a obra no Senado. Ele era também um dos principais interlocutores entre a OAS e políticos nordestinos e costumava intermediar doações de campanha, segundo dados colhidos nas investigações da Operação Lava Jato.

Segundo a PF, a prisão temporária, com prazo de cinco dias foi um desdobramento da Operação Lava Jato. a propina era repassada pelo doleiro Alberto Youssef e pelo lobista Adir Assad, ambos já presos em Curitiba. O doleiro relatou os pagamentos de suborno pela OAS em seu acordo de delação premiada.

É o segundo presidente da OAS preso por corrupção. O primeiro foi Leo Pinheiro, que foi condenado a 16 anos de prisão pelo juiz federal Sergio Moro por pagar propina a diretores da Petrobras e ao PT para conseguir contratos com a estatal. Ele recorre em liberdade.

O grupo OAS passa por recuperação judicial, com dívidas que somam R$ 8,8 bilhões.

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