Pior ministro da Educação da história, Weintraub diz que “estupro culposo”, usado no caso Mariana Ferrer, é “marxismo cultural”

Abraham Weintraub distorce conceitos ao atacar magistrado que absolveu empresário acusado de violentar a influenciadora em Florianópolis

Abraham Weintraub
Abraham Weintraub (Foto: Alessandro Dantas)
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Revista Fórum - Na ânsia de querer culpar “as esquerdas” por tudo o que acontece, o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub deu (mais) uma bola fora. Ele afirmou corretamente, em seu Twitter, nesta terça-feira (3), que “estupro culposo”, sem intenção de cometer a violência, não existe. Esse termo foi usado pelo Ministério Público e aceito pelo juiz para inocentar, em setembro deste ano, o empresário André de Camargo Aranha, acusado de estuprar a influenciadora Mariana Ferrer em Florianópolis. Mas, para Weintraub, a expressão é fruto de “marxismo cultural”, a tão propagada teoria de Olavo de Carvalho.

“ESTUPRO CULPOSO (sem intenção) NÃO EXISTE! Relativização de crimes é fruto do marxismo cultural: ‘Ninguém é absolutamente culpado de nada; somos todos vítimas da sociedade machista.’. Em um Brasil CONSERVADOR, os CANALHAS terão receio em se aproveitarem das pessoas mais fracas”, escreveu ele em seu Twitter.

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