Planalto já vê Temer encurralado

clima é de apreensão no Palácio do Planalto após a Polícia Federal deflagra a operação Skala, que prendeu amigos e ex-assessores de Michel Temer. Segundo assessores próximos a Temer a operação - que apura o paga,enrto de propinas por meio do chamedo decretos dos portos, editado por temer no ano passado, foi "absurda" e tende a criar obstáculos à possível campanha de reeleição do emedebista à Presidência; Temer possui apenas 1% das intenções de voto, segundo as pesquisas eleitorais

Presidente Michel Temer durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social em Brasília 21/03/2018 REUTERS/Ueslei Marcelino
Presidente Michel Temer durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social em Brasília 21/03/2018 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Paulo Emílio)

247 - O clima é de apreensão no Palácio do Planalto após a Polícia Federal deflagra a operação Skala, que prendeu amigos e ex-assessores de Michel Temer. Segundo assessores próximos a Temer a operação foi "absurda" e tende a criar obstáculos à possível campanha de reeleição do emedebista à Presidência. Temer possui apenas 1% das intenções de voto, segundo as pesquisas eleitorais.

A Operação Skala, deflagrada nesta quinta-feira (29), prendeu o advogado José Yunes, apontado como operador de propinas pagas a Temer, do coronel aposentado João Batista Lima Filho, apontado como laranja do emedebista, e do dono da Rodrimar, do empresário Antônio Celso Grecco, suspeito de pagar propina a Temer visando benefícios por meio do chamado decreto dos portos, e do ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi (MDB-SP).

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