Polícia nega morte de testemunha em chacina

Informação que circulou durante todo o sábado 5, segundo a qual fora morto na primeira chacina do ano o homem que gravara em vídeo cinco PMs prendendo e matando um servente de pedreiro, em novembro, foi desmentida pela polícia; entre os sete mortos agora, alvejados por tiros disparados por 16 bandidos encapuzados, está o rapper Laércio Grima; governador Geraldo Alckmin diz que "tudo vai ser investigado"

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247 - São Paulo já tem sua primeira chacina este ano. Sete pessoas morreram e outras duas ficaram feridas em crime nesta sexta-feira (4/01), por volta das 23h. Entre elas, o rapper Laércio da Silva Grima, mais conhecido como Dj Lah. Ele era integrante do grupo Conexão do Morro.

Durante todo o dia, circulou a informação de que também fora morto na chacina a testemunha da morte de um pedreiro, que teria sido assassinado por homens da Polícia Militar, em novembro, no mesmo local. A polícia, no entanto, negou que o autor das imagens daquele crime tenha sido morto na chacina deste sábado no bairro do Campo Limpo.

Outras cinco pessoas morreram ainda no local. De acordo com testemunhas, assim que desceram do veículo, dezesseis homens encapuzados gritaram "polícia" e começaram a atirar. Quando a PM chegou, os atiradores já haviam fugido e as vítimas que sobreviveram haviam sido socorridas a hospitais da região.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, garantiu que nenhuma hipótese será descartada durante a investigação do crime. “Tudo vai ser investigado com profundidade, rigor, até prender os criminosos. E a polícia já está trabalhando com vários indícios desde a madrugada”, afirmou.

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