Políticos temem delação do “carinhoso” dono da OAS

Léo Pinheiro, da OAS, assusta mais o universo político do que a de Marcelo Odebrecht, da empreiteira de mesmo nome, segundo a colunista Mônica Bergamo; ela diz que Pinheiro guarda mais informações pessoais dos personagens com quem negociou; "O Léo vai mais no pessoal", afirma um dos atuais interlocutores do empreiteiro; "O Léo fazia o estilo carinhoso", diz um outro amigo

Léo Pinheiro, da OAS, assusta mais o universo político do que a de Marcelo Odebrecht, da empreiteira de mesmo nome, segundo a colunista Mônica Bergamo; ela diz que Pinheiro guarda mais informações pessoais dos personagens com quem negociou; "O Léo vai mais no pessoal", afirma um dos atuais interlocutores do empreiteiro; "O Léo fazia o estilo carinhoso", diz um outro amigo
Léo Pinheiro, da OAS, assusta mais o universo político do que a de Marcelo Odebrecht, da empreiteira de mesmo nome, segundo a colunista Mônica Bergamo; ela diz que Pinheiro guarda mais informações pessoais dos personagens com quem negociou; "O Léo vai mais no pessoal", afirma um dos atuais interlocutores do empreiteiro; "O Léo fazia o estilo carinhoso", diz um outro amigo (Foto: Roberta Namour)
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247 - A delação premiada de Léo Pinheiro, da OAS, assusta mais o universo político do que a de Marcelo Odebrecht, da empreiteira de mesmo nome, segundo a colunista Mônica Bergamo.

Ela diz que Pinheiro guarda mais informações pessoais dos personagens com quem negociou. "O Léo vai mais no pessoal", afirma um dos atuais interlocutores do empreiteiro.

"O Léo fazia o estilo carinhoso", diz um amigo do empreiteiro. Odebrecht era mais frio, afirma Mônica Bergamo (leia aqui).

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