Porta-voz de Bolsonaro chama fuzilamento no Rio, com 81 tiros, de 'equívoco'

"A instituição Exército e Forças Armadas não compartilham com equívocos dos seus integrantes", disse o porta-voz do governo Jair Bolsonaro, Rêgo Barros, nesta terça-feira (11), ao ser questionado sobre a posição do presidente sobre a ação do Exército que disparou 81 tiros de fuzil contra o carro de uma família no último domingo, no Rio de Janeiro, matando o músico Evaldo Rosa dos Santos

Porta-voz de Bolsonaro chama fuzilamento no Rio, com 81 tiros, de 'equívoco'
Porta-voz de Bolsonaro chama fuzilamento no Rio, com 81 tiros, de 'equívoco' (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

247 - Ao ser questionado sobre a ação do Exército que disparou 81 tiros de fuzil contra o carro de uma família no último domingo, no Rio de Janeiro, o porta-voz do Planalto, Otávio do Rêgo Barros, disse que o Exército e as Forças Armadas não compartilham "equívocos" de seus integrantes.

"A instituição Exército e Forças Armadas não compartilham com equívocos dos seus integrantes, mas por óbvio, precisa que seja feita uma apuração. A mais correta e justa possível", disse Rêgo Barros, nesta terça-feira (11), no Palácio do Planalto. A ação matou o músico Evaldo Rosa dos Santos.

Ainda de acordo com o porta-voz, o presidente Jair Bolsonaro não se pronunciará oficialmente sobre o caso, mas disse que Jair Bolsonaro "confia plenamente na Justiça Militar e no Ministério Público Militar e a partir desse pressuposto ele identifica que esse caso seja o mais rapidamente elucidado"

 

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