Prefeito de Cuiabá, do PMDB, aparece em vídeo recebendo dinheiro

Emanuel Pinheiro (PMDB), prefeito de Cuiabá, aparece em um vídeo recebendo dinheiro vivo na época em que foi deputado estadual no Mato Grosso; ele exerceu o cargo de 2010 a 2014; material integra a delação premiada do ex-governador do Estado Silval Barbosa (PMDB), descrita como "monstruosa" pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux, que homologou o acordo neste mês

Emanuel Pinheiro (PMDB), prefeito de Cuiabá, aparece em um vídeo recebendo dinheiro vivo na época em que foi deputado estadual no Mato Grosso; ele exerceu o cargo de 2010 a 2014; material integra a delação premiada do ex-governador do Estado Silval Barbosa (PMDB), descrita como "monstruosa" pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux, que homologou o acordo neste mês
Emanuel Pinheiro (PMDB), prefeito de Cuiabá, aparece em um vídeo recebendo dinheiro vivo na época em que foi deputado estadual no Mato Grosso; ele exerceu o cargo de 2010 a 2014; material integra a delação premiada do ex-governador do Estado Silval Barbosa (PMDB), descrita como "monstruosa" pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux, que homologou o acordo neste mês (Foto: Giuliana Miranda)

247 - O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), aparece em um vídeo recebendo dinheiro vivo na época em que foi deputado estadual no Mato Grosso. Ele exerceu o cargo de 2010 a 2014.

O material integra a delação premiada do ex-governador do Estado Silval Barbosa (PMDB), descrita como "monstruosa" pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux, que homologou o acordo neste mês.

O conteúdo do acordo está mantido sob sigilo mesmo após sua validação pelo STF.

Envolvidos nas investigações relataram que a entrega para Pinheiro registrada no vídeo teria acontecido entre os anos de 2012 e 2013 e que teria sido feita por Sílvio César Corrêa Araújo, ex-chefe de gabinete de Barbosa e seu braço direito no governo.

Araújo, que assim como Barbosa chegou a ser preso, também fez acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Hoje ele cumpre prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

O pagamento, segundo Barbosa, seria uma espécie de "mensalinho" para garantir apoio dos deputados estaduais ao seu governo.

O peemedebista afirmou que o esquema já estava em vigor na gestão do hoje ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), que o antecedeu no governo do Mato Grosso.

As informações são de reportagem de Bela Megale na Folha de S.Paulo.

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